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Afresco representando Dioníso
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A descoberta de Édipo
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Cadmo matando a serpente de Ares
O rapto de Europa
Cadmo e Atená semeando os guerreiros
Dioníso e Ariadne
Zeus e Sêmele
Dioníso
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As orelhas de Midas
Midas
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Orfeu
Báucis e Filemón
A morte de Jacinto
Clítia transformada em girassol
Eco e Narciso
Démeter descobre Perséfone
Selene e Endimião
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Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
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ULTIMAS ATUALIZAÇOES
Psicologia
Os prazeres provenientes da dor, dos exercícios e da aceitação social no Sistema Nervoso
O exercício físico sustentado, seja correr, nadar, pedalar ou alguma outra atividade aeróbica, tem benefícios bem conhecidos para a saúde, inclusive melhorias no funcionamento dos sistemas cardiovascular, pulmonar e endócrino. O exercício voluntário também é associado a melhorias de longo prazo no funcionamento mental e é a melhor coisa que pode ser feita para reduzir o declínio cognitivo que acompanha o envelhecimento normal. O exercício tem um acentuado efeito antidepressivo. Ele amortece a resposta do cérebro ao estresse físico e emocional. Um programa regular de exercícios produz grande número de alterações no cérebro, inclusive novo crescimento e ramificação de pequenos vasos sanguíneos e aumento da complexidade geométrica de alguns dendritos neuronais. Exercícios físicos são associados a uma série de alterações bioquímicas inter-relacionadas, inclusive aumento do nível de uma proteína-chave chamada BDNF (fator neurotrófico deriva­do do encéfalo). Atualmente não se sabe muito bem quais dessas alterações morfológicas ou bioquímicas fundamentam os efeitos benéficos do exercício voluntário no funcionamento cerebral, mas trata-se de uma área que vem sendo ativamente pesquisada.
História
Os corsários alemães da Primeira Guerra Mundial
Os cruzadores de batalha britânicos Invincible e Inflexible, já não mais necessários no Atlântico Sul, partiram de volta para casa quatro dias depois de destruírem a esquadra de Spee. Os navios que eles deixaram para trás se concentraram em perseguir o Dresden, que tinha retornado para o Pacífico depois de sobreviver à Batalha das Malvinas com a intenção de chegar às Índias Orientais. O Dresden conseguiu afundar apenas um navio mercante Aliado antes que problemas com o motor e a falta de carvão levassem seu capitão a solicitar internação em Más a Tierra (ilha Robinson Crusoé), nas ilhas Juan Fernandez, a 640 km da costa chilena. Em 14 de março de 1915, o Kent e o Glasgow o encontraram e abriram fogo, ignorando a internação, o que levou o capitão do Dresden a afundar seu próprio navio.
Psicologia
Comportamento sexual, prazer e o sistema nervoso
Nosso comportamento humano em relação a drogas ou comida, sugere que basicamente somos iguais aos outros mamíferos. Apesar de termos um neocórtex maior do que o de um camundongo ou um macaco e, dessa forma, maior capacidade de neutralizar nossos impulsos subconscientes com controle cognitivo, na essência nossas reações a comida e substâncias psicoativas são as mesmas que as dos nossos parentes mamíferos distantes. O mesmo não se aplica ao nosso sistema reprodutivo. Como a sua gata bem sabe, os seres humanos são, em termos relativos, muito diferentes nessa área. Na maioria dos outros mamíferos, a fêmea anuncia sua fertilidade com sinais claros: gestos e chamados sexuais distintivos, odores, intumescência, e assim por diante. Machos e fêmeas normalmente não se aproximam um do outro para fazer sexo fora desses períodos férteis. Por outro lado, fêmeas humanas ocultam a ovulação, de forma que não há indicativos claros do ciclo ovulatório de uma mulher. Com efeito, apesar de as mulheres poderem se treinar para detectar a própria ovulação, não há evidência de conhecimento instintivo da ovulação em seres humanos. Uma consequência disso é que a maior parte do sexo humano, até a relação sexual peniana-vaginal mais humana, é recreativa: ela não se restringe aos períodos férteis. Ela chega a ocorrer em situações nas quais a concepção é completamente impossível, como durante a gravidez ou depois da menopausa.
Mitologia
A Desgraça de Quetzalcoatl
A lenda de Quetzalcoatl, rei de Tula, é a mais controversa do arsenal mítico pré-colombiano. Mistura magistralmente confusa de história e mito, é uma dessas criações que, sendo antiquíssimas, parecem também saídas das páginas modernas de Mareei Schwob ou Jorge Luis Borges. Com seu enredo intrincado e seu jogo permanente de máscaras - Quetzalcoatl atua sob a forma de dois reis sucessivos (um deles utilizando uma máscara de verdade), o mesmo ocorrendo com seu rival Tezcatlipoca, que se utiliza dos disfarces mais variados para destronar o seu rival -, a saga da Serpente Emplumada já foi definida de quase todas as maneiras, desde mito ameríndio genuíno até uma engenhosa patranha piedosa inventada pelos frades espanhóis para combater a prática dos sacrifícios humanos.
Mitologia
A descoberta do milho
Depois de ter furtado os ossos no Mictlán, QuetzalcoatI conseguira criar uma nova humanidade com o auxílio dos outros deuses. Havia, porém, um problema: como alimentar essas novas criaturas? A solução foi encontrada no mesmo lugar onde os homens haviam sido recriados: em Tamoanchán, a antiga morada dos deuses, onde estava a Árvore Partida (ela ficara assim depois que os deuses haviam mexido nela sem o consentimento do deus supremo Ometeotl, "O Senhor da Dualidade"). Diz, pois, que os deuses estavam debatendo acaloradamente para ver que espécie de alimento dariam aos homens - ainda não havia carne alguma, nem tampouco a agricultura havia sido inventada - quando, muito distante dali, uma formiga vermelha entrou no interior da montanha Tonacatepetl ("Montanha dos Alimentos"), onde estavam escondidas muitas espigas de milho (centli, na língua asteca, e maíz na espanhola). Após recolher uma espiga e colocá-la nas costas, o pequeno inseto deixou a caverna. Nesse momento, porém, deu de cara com QuetzalcoatI. - Olá, formiga vermelha. O que traz aí? - disse o deus emplumado.