Antropogênese
Apocalipse
Cosmogonia
Deuses
Heróis
Mitos e Lendas
América Mítica - Estórias fantásticas de povos nativos e Pré-Colombianos  | 2013 |
Mitologia dos Orixás -  | 2000 |
Gilgamesh, o primeiro herói  -  | 2009 |
Deuses e Heróis da Mitologia Grega e Latina -  | 2008 |
As religiões que o mundo Esqueceu -  | 2009 |
Mitologia Grega, V.1 -  | 2009 |
PESQUISAR POR MITOLOGIA
Civilização Asteca
Civilização Babilônica
Civilização Celta
Civilização Chinesa
Civilização Egípcia
Civilização Grega
Civilização Maia
Civilização Persa
Civilização Suméria
Mitologia Asteca
Mitologia Celta
Mitologia Chinesa
Mitologia Cristã
Mitologia Egípcia
Mitologia Grega
Mitologia Indiana
Mitologia Japonesa
Mitologia Judaico-Cristã
Mitologia Maia
Mitologia Nórdica
Mitologia Norte-Americana
Mitologia Suméria
50 IMAGENS PUBLICADAS
IMAGENS
O Nascimento de Afrodite
Afresco representando Dioníso
Morfeu
Antígona
Édipo Cego
A descoberta de Édipo
A casa real de Tebas
Cadmo matando a serpente de Ares
O rapto de Europa
Cadmo e Atená semeando os guerreiros
Dioníso e Ariadne
Zeus e Sêmele
Dioníso
Mitologia
As orelhas de Midas
Midas
Órfeu e Eurídice
Orfeu
Báucis e Filemón
A morte de Jacinto
Clítia transformada em girassol
Eco e Narciso
Démeter descobre Perséfone
Selene e Endimião
A morte de Prócris
A morte de Píramo
Ruínas do Templo de Artemis
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Pigmaleão e Galatéia
Estátua de Pigmaleão
Pigmalião e a estátua Galatéia
Pigmaleão e a estátua
Atena e Aracne
Atena e Aracne
Midas 0002
Teseu 0013
Teseu 0008
Teseu 0006
Teseu 0005
Teseu 0004
Teseu 0001
Eos 0009
Eos 0007
Eos 0004
Eos 0002
Todas Imagens

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todas
ULTIMAS ATUALIZAÇOES
História
O príncipe esquecido
Um personagem que foi importante como forte candidato no apagar das luzes do Império, hoje está quase totalmente esquecido, não fosse o notável livro de Mary Del Priore O príncipe maldito (ed. Objetiva, 2006). Era o belo jovem príncipe D. Pedro Augusto de Saxe Coburgo, neto de D. Pedro II e filho de sua segunda filha, d. Leopoldina, casada com o príncipe Augusto (Gusty) Saxe Coburgo. No entanto, o título de “príncipe maldito” parece impróprio, já que ele nada fez que provocasse maldição, nem maldades.
Psicologia
Aspectos históricos da neuropsicologia e o problema mente-cérebro
No lado diametralmente oposto do espectro de posições sobre a relação mente-cérebro, encontra-se o eliminativismo ou materialismo eliminativo. Uma das princi­pais teses do eliminativismo é a de que a folk psychology (psicologia popular) trabalha com categorizações falsas, terminologias herdadas de um passado remoto que pre­cisam ser eliminadas para um progresso da compreensão da relação cérebro-mente. As­sim como a teoria do phlogiston foi supera­ da cientificamente e tornada obsoleta pelas pesquisas empíricas em oxidação, também muitas classes de supostos estados mentais seriam apenas ilusões. Ainda que permane­çam em nosso vocabulário explicativo, esses entia non-gratia não possuiriam qualquer capacidade causal, nem sequer existiriam, tal como bruxas, almas, elán vital, etc. Entre as entidades mentais que essa linha de pen­samento pretende eliminar, encontram-se, por exemplo, atitudes preposicionais: rela­ções entre conteúdos proposicionais e uma determinada postura mental com implica­ções práticas (p. ex., acreditar, desejar, espe­rar) (P. M. Churchland, 1981; P. S. Churchland, 1986). Também foi proposto por eliminativistas (Dennett, 1992) que a no­ção de qualia (sensações e experiências co­mo estados subjetivos qualitativos) poderia ter um caráter ilusório e não ter a existência que lhes é atribuída na psicologia popular.
Psicologia
O lugar do ser humano na natureza e na evolução
O modo tradicional de concluir os livros sobre a evolução humana é discorrer sobre as maneiras nas quais nosso passado evolucionário é impor­tante para a compreensão do mundo atual. Isso não é tão difícil se o livro for como o African Genesis, de Ardrey, cujo tema - a evolução de um macaco assassino para um humano assassino - tornava fácil a defesa da ideia de que é importante entender o aspecto violento da natureza humana. No caso de muitos dos livros de antropologia mais tradicionais, essa argumentação seria impossível, uma vez que eles, com frequência, afirmam que o principal padrão verificado na evolução humana é o de que os humanos vêm gradualmente se libertando do jugo da seleção natural, e que os efeitos do meio ambiente sobre eles vêm se reduzindo. Se os humanos moldam sua evolução mais que a evolução molda os humanos, o papel do passado teria algum interesse mas pouca importância.
História
Guerras Púnicas
As Guerras Púnicas marcaram um período crucial na história de Roma, quando passou de potência puramente italiana, em 265, a força dominante no Mediterrâneo, em 146, um processo que a História de Polibio tem como propósito explicar. Nesta altura, estavam já criadas seis províncias ultramarinas: Sicília, Sardenha e Córsega, Hispânia Citerior, Hispânia Ulterior, África e Macedônia. A exceção desta última, todas foram adquiridas através do conflito com Cartago. Em finais do século, foram criadas
Antropologia
Evolução humana: Por que a África?
A evolução é sempre associada ao tempo. Afinal, a evolução é um processo que ocorre ao longo do tempo, e são os extraordinariamente longos períodos de tempo em questão que despertam nossa imaginação. Dinossauros que existiram por cem milhões de anos ou hominídeos que evoluíram ao longo de sete milhões de anos, são essas as coisas que tornam a evolução diferente dos demais ramos da ciência ou da vida cotidiana. A pergunta sobre se haveria períodos de tempo geológico mais interessantes que outros ocorre com facilidade.