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SERES DIVINOS
Mitologia Egípcia
Ammit
Demônio -
Mortos e Submundo

Ammit - Devorador dos Mortos. Símbolo: Um chacal sem olhos, com três bocas ou um animal com o "traseiro" de um hipopótamo, corpo de um leão e a cabeça de um crocodilo. Na Mitologia Egípcia, Ammit (também pronunciado Ammut, Amut e Ahemait) é a personificação da retribuição divina para todos os males realizados em vida. Não é apenas um deus. É a punição para aqueles que não foram aceitos em Amenti. Ammit os devora lentamente e eternamente, com uma de suas infinitas bocas. Não possui adoradores, mas são raríssimos aqueles que não lhe temem.

Ao final da jornada, a alma do morto deve passar pela pesagem do seu coração, ritual presidido por Osíris; Maat, a deusa da justiça e da ordem coloca em um dos lados da balança uma de suas penas e do outro lado o coração do morto, caso os pecados sejam demasiados pesados frente à pena da justiça, a alma do morto é condenada à aniquilação eterna, sendo devorada por Ammit. Caso a o peso do coração se equivalha à da pena da justiça, é pertima a entrada dessa alma no Amenti, o local do descanço eterno.

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Mitos
Mitologia Egípcia
O príncipe predestinado
Havia em tempos um rei do Egito que não tinha um filho e herdeiro. Então sua majestade (vida, força e saúde) pediu aos deuses do seu tempo que lhe dessem um. Os deuses resolveram conceder-lhe o que ele tanto desejava, e ele dormiu, nessa noite, com sua esposa, e esta ficou grávida. Quando a mulher cumpriu os meses do nascimento deu à luz um rapaz. Ao seu nascimento assistiram as [Sete] Hathores, que se reuniram em volta do pequeno príncipe para lhe preverem o futuro. Então as Hathores disseram: «Nasceu em um mau dia, mau, mau, mau. Morrerá por causa de um crocodilo! E se não for por um crocodilo, será por causa de uma serpente! E se não morrer por causa do crocodilo nem por causa da serpente, será com certeza por causa de um cão!» Quando as pessoas presentes na sala ouviram estas palavras de mau augúrio, foram a repeti-las a sua majestade (vida, força e saúde). Então sua majestade (vida, força e saúde) ficou com o coração muito triste, e decidiu tomar todas as precauções possíveis para evitar que o filho tivesse um fim tão lamentável. Mandou construir na montanha do deserto uma casa de pedra, meteram lá dentro toda a espécie de coisas boas vindas do palácio (vida, força e saúde), com servos para vigiar a criança, que nunca saía da casa. Quando o rapazinho já era um pouco mais crescido, subiu ao terraço da casa. Dali, ele podia ver muitas coisas e descobriu na estrada um cão que seguia atrás de um homem. E disse ao servo que estava com ele: «O que é aquilo que vai atrás daquele homem que segue pela estrada? »
Mitologia Egípcia - Hathores - Amon-Rá - rei de Naharina - Mitanni - Amen-hotep II - Príncipe predestinado
Mitologia Egípcia
Verdade e Mentira
Parece que em alguma ocasião Verdade havia tomado uma faca emprestada a seu irmão e, quando chegou o momento de a restituir, descobriu que a havia perdido. Explicou o fato, com muitos pedidos de desculpas à Mentira, prometendo reparar tudo com outra faca. A substituição foi rejeitada por Mentira que com absurda fúria disse à Enéade que a faca desaparecida era única: «A lâmina era a montanha de Ial, o cabo era feito de madeira de Copto, a bainha era o túmulo do deus e as correias eram do gado de Kal.» Resolvido a exigir do irmão o que considerava uma justa retribuição, Mentira insistiu em um julgamento legal e fez Verdade comparecer perante um tribunal presidido pela assembleia dos nove deuses da Enéade. Os motivos que teve para tomar tão severa providência eram inspirados por um ódio profundo. A verdade é que Mentira esperava não apenas uma retribuição pelo prejuízo que tivera com a perda da faca, mas também ferir Verdade de uma maneira tão profunda que ele nunca mais criasse problemas no futuro.
Mitologia Egípcia - Enéade - Verdade - Mentira - Desejo - Guereg - Maet - Maat - Seth - Osíris - Hórus
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TEXTOS
Civilização Egípcia
A rainha Isis

O túmulo do faraó Tutmósis III, no Vale dos Reis, é de difícil acesso,- primeiro temos de subir uma escada de metal instalada pelo Serviço das Antiguidades e depois entrar num estreito túnel que penetra rocha adentro. Os claustrófobos vêem-se obrigados a desistir; mas o esforço é recompensado porque, no fim da descida, descobrimos duas salas: uma de teto baixo, com paredes decoradas com figuras de divindades, e outra mais vasta, a Câmara da Ressurreição. Em suas paredes, os textos e as cenas do Amâuat, "O Livro da Câmara Oculta", revelam as etapas da ressurreição do Sol nos espaços noturnos e a transmutação da alma real no Além. Num dos pilares, uma cena surpreendente: uma deusa, saída de uma árvore, amamenta Tutmósis III. Amamentado desse modo para a eternidade, o faraó é regenerado para sempre. O texto hieroglífico indica-nos a identidade dessa deusa de inexaurível generosidade: ísis. Mas ísis é também o nome da mãe terrena desse rei, uma mãe cujo rosto foi preservado numa estátua descoberta no famoso esconderijo do templo de Karnak:1 de faces cheias, tranqüila e elegante, a mãe real ísis exibe longas tranças e um vestido de alças. Está sentada, com a mão direita sobre a coxa, e tem na mão esquerda um cetro floral. Apenas sabemos que o filho a venerava, e que ela tinha o nome da mais célebre das deusas do Antigo Egito.

Mitologia Chinesa
O que é mito?

Ao longo de milhares de anos, a palavra mito passou por uma metamorfose etimológica e é, agora, muitas vezes usada para descrever uma mentira ou crença estúpida. Isso é um mito é uma forma de dizer que alguma coisa não é verdade, quando, na realidade, mito é verdade. As pessoas vem contando essas historias sagradas há milhares de anos, não apenas para compreender a si mesmas, mas para compreender melhor o mundo e o significado por trás da existência.

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Mitologia Egípcia | Cosmogonia
A criação do mundo por Atum
Nada ainda existe no mundo a não ser Nun, o grande oceano primitivo que um dia será chamado pelos sábios de “sagrado Nilo”. Ao seu redor, reinam o silêncio, as trevas e o caos infinito, não havendo ainda olho humano que possa perceber a ausência das formas, dos volumes e das cores. Não há nem mesmo morte nesse opaco universo, já que vida alguma existe ali. O informe deus Nun permanece imerso desde sempre em seu sono primitivo, não passando ele — e o próprio universo, já que Nun e ele se confundem — de um grande espelho liquefeito de águas imparciais, escuras e salientes, a refletirem o nada inexpressivo que habita o mundo. E então, inesperadamente, o grande mistério acontece: Nun começa subitamente a mover-se, despertando, enfim, de seu longo sono primordial. Negras tempestades agitam o espelho opaco das águas revoltas enquanto grandes massas escuras de água são lançadas para o alto, fazendo explodir em todas as direções, imensos e trepidantes jorros de espuma negra. Aos poucos a força vital de Nun começa a operar, e das profundezas do mar revolto surge lentamente uma pequena ilha envolta pelo impenetrável manto da escuridão. Um primeiro progresso se fez perceber, pois onde antes havia somente uma, agora ha duas trevas: a treva imóvel da terra e a treva ondulante do mar.
Mitologia Egípcia | Introdução
A instituição do Faraonato
Mito, sendo emotividade, também é fala que se escora no sentimento, derivando de uma vivência experimentada. Ao traduzir urna emoção e um sentimento, o texto mítico intelectualiza, exprimindo-os através da linguagem, o que pressupõe urna atividade
Mitologia Egípcia | Introdução
O legado do mito
Caberia depois aos Gregos, amplos e muito reconhecidos devedores de outras culturas mais antigas, passar da mentalidade mítica ao pensamento racional, que permitiria esboçar explicações filosóficas e cientificas dessacralizando a realidade. Mas a forte
Mitologia Egípcia | Cosmogonia
O mito como emotividade
Mito, sendo emotividade, também é fala que se escora no sentimento, derivando de uma vivência experimentada. Ao traduzir urna emoção e um sentimento, o texto mítico intelectualiza, exprimindo-os através da linguagem, o que pressupõe urna atividade racional que maneja urna apelativa simbologia (Ernst Cassirer): movendo-se no amplo campo do símbolo, o mito torna o real pensável, neutralizando contradições e acalmando anseios. Por outro lado, apresentando-se como uma espécie de "metafísica arcaica" (Mircea Eliade), o mito serena as objetivações de sentimentos básicos: o terror perante a morte ou a incerteza face aos elementos naturais. Quer ponha ou não em ação unia hierogamia, o mito cosmogônico, para além da sua importante função de modelo e de justificação de todas as ações humanas, forma também o arquétipo de um conjunto de ritos e sistemas rituais (Mircea Eliade) - Enfim, os mitos justificam as liturgias rituais que asseguram a instalação da comunidade na paisagem dos deuses e dos homens e o bom curso do universo (George Gusdorf).
Planeta Egito - Ep. 04
Duração: 43m59s Audio: Legenda:
A busca da eternidade
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IMAGENS MITOLOGIA
Ísis
Escriba Egipcio
Yu Huang Shang Di
Deusa Bastet representada por um gato
Busto de Ptolomeu encontrado no templo de Bastet
Estátua de menina encontrada no templo de Bastet
Deusa Bastet representada por gato
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ULTIMAS ATUALIZAÇOES
História
O casamento romano e os costumes no século de ouro
É impossível saber, como é natural, o que foi a realidade diária do casamento durante os primeiros tempos de Roma. Relatos dignos de fé apenas começam a lançar alguma luz sobre este domínio, como sobre outros, a partir do século III a.e.c. e. ainda assim, trata-se geralmente de testemunhos que se referem apenas a famílias da aristocracia. Nas diver­sas classes sociais, e quando não se seguiam as tradições patriarcais, a situação real devia apresentar diferenças consideráveis. Todavia, a partir da unificação da cidade, quando patrícios e plebeus passaram a gozar sensivelmente dos mesmos privilégios, as tradições dos primeiros pare­cem ter exercido uma espécie de atração sobre os costumes das famílias dos segundos. Por outro lado, segundo pensamos, as principais diferen­ças, a partir do século III, ocorrem mais em função da fortuna e da res­ponsabilidade política do que de qualquer outro fator. A cidade é go­vernada, nessa altura, por um regime estritamente oligárquico: há as fa­mílias cujos homens se sentam no Senado, assumindo, a intervalos regu­lares, as grandes magistraturas do Estado, e há a massa dos outros cida­dãos, que só vão às assembleias para legitimar as decisões preparadas pelos senadores e eleger os candidatos que lhes são propostos e que escolhem de acordo com o prestígio dos homens que se apresentam como seus garantes. No resto do tempo, são “clientes” destes grandes senho­res. Naturalmente, o casamento não tem a mesma importância para uns e para outros. Temos muito pouca informação sobre a maneira como estas uniões se realizavam na massa do povo, temos um pouco mais quando se trata das outras classes.
Mitologia
Os oito presságios de Montezuma
Os dez anos que antecederam a chegada dos espanhóis ao México foram férteis de maus presságios, suficientes para ins­talar o pânico na alma de Montezuma, o último soberano inde­pendente dos astecas. Bernardino de Sahagún reproduziu no Códice Florentino os oito presságios: Primeiro presságio: “línguas de fogo” cortaram os céus de Tenochtitlán, vindas do oriente. Largas na base e estreitas na ponta, elas assemelhavam-se a um cometa. O espetáculo impressionante começava à meia-noite e se estendia até o amanhecer, quando as chamas desapareciam sem deixar rastro. As pessoas assustadas "se daban palmadas en los lábios”, ao mesmo tempo em que lançavam gritos de medo e apreensão. Em outras fontes se dão outras formas à língua de fogo, tais como uma mixpantli (“ban­deira de nuvens”), uma coluna de pedra, uma planta incandescida no alto de uma montanha, à maneira da "sarça ardente” bíblica, e até mesmo uma pirâmide de fogo - prodígios mais próprios do Apocalipse de São João que da mentalidade local indígena. Segundo presságio: o segundo presságio ocorreu sob a forma do incêndio do santuário de Huitzilopochtli, no Templo Maior. Em uma época em que os deuses eram tudo, qualquer incidente ocorrido em um templo virava necessariamente um presságio, normalmente funesto. Sahagún diz que "por sua própria conta” o santuário incendiou-se. Quando tentaram apagar o fogo, lan­çando-lhe água, em vez de se apagarem as flamas reavivaram-se ainda mais. “Del todo ardió”, diz o frade.
História
O casamento romano no período arcáico
Historiadores e poetas afirmam que o casamento foi, durante muitos séculos, uma das instituições mais sólidas e respeitadas da cidade roma­na. Rivalizam no elogio da pureza dos costumes antigos, do tempo em que uma mulher que tivesse ficado viúva não mais consentiria em voltar a casar, em que, por maioria de razão, nunca se levantava a questão do divórcio. Pelo contrário, lamentam o relaxamento progressivo de uma relação que, durante o Império, se tornara de uma extrema fragilidade, enquanto nos bons velhos tempos o seu respeito era considerado a garantia mais firme da grandeza romana e a marca mais incontroversa de uma saúde moral a toda prova. Hoje ainda, muitos historiadores fazem-se eco destas queixas, considerando que uma das razões profundas da decadência de Roma reside no abandono deste velho ideal por onde se orientaram anteriormente os severos camponeses do Lácio. Antes de nos interrogarmos por que razão o casamento romano per­deu a sua solidez ao longo do tempo, convém, decerto, examinar a pró­pria instituição. A instituição do casamento é uma daquelas a que os juristas romanos não só dispensaram maior cuidado, mas também a que se dedicaram a definir e fixar com a mais extraordinária minúcia as consequências legais. O conjunto dos textos que a ela se referem ocupa um lugar considerável nas compilações jurídicas, o que prova a impor­tância atribuída a um ato de que esperavam, em primeiro lugar, a sobre­vivência, mas também, e talvez mais ainda, a estabilidade do Estado.
Mitologia
A infância de Lancelot
Liberal e magnifico, o rei Artur distribuía benefícios e pre­sentes a todos os seus súditos. Seu poder e sua fama eram gran­des. No entanto, ele se via constantemente obrigado a combater seus vizinhos, os saxões. os pictos e os scots. Artur triunfava sem­pre, graças a seus cavaleiros, entre os quais alguns se sentavam em torno da Távola Redonda, em que havia um lugar vago, reser­vado para quem conseguisse reconquistar o Graal. Aqueles eram tempos de grandes aventuras. Onde havia pe­rigo, viam-se cavaleiros em suas montarias, desafiando os traidores, protegendo os fracos, recuperando os bons sentimentos dos maus. Certo dia, o rei Artur passeava por Camalot e ficou sabendo que um gigante estava devastando a Pequena Bretanha. Ninguém via o monstro, e dizia-se que ele se escondia em um rochedo cer­cado pelo mar. É o atual monte Saint-Michel, na França. Quando menos se esperava, o tal monstro chegava aterrorizando os habi­tantes da região, que acabaram indo se esconder nas florestas. O rei então chamou seu senescal.
Mitologia
O príncipe predestinado
Havia em tempos um rei do Egito que não tinha um filho e herdeiro. Então sua majestade (vida, força e saúde) pediu aos deuses do seu tempo que lhe dessem um. Os deuses resolveram conceder-lhe o que ele tanto desejava, e ele dormiu, nessa noite, com sua esposa, e esta ficou grávida. Quando a mulher cumpriu os meses do nascimento deu à luz um rapaz. Ao seu nascimento assistiram as [Sete] Hathores, que se reuniram em volta do pequeno príncipe para lhe preverem o futuro. Então as Hathores disseram: «Nasceu em um mau dia, mau, mau, mau. Morrerá por causa de um crocodilo! E se não for por um crocodilo, será por causa de uma serpente! E se não morrer por causa do crocodilo nem por causa da serpente, será com certeza por causa de um cão!»