| Diálogo mítico entre oriente e ocidente |
| Mitologia Suméria |
Joseph Campbell |
 O mito do eterno retorno, que continua sendo essencial na via oriental, revela uma ordem de formas imutáveis que surgem e ressurgem ao longo do tempo. A rotação diária do sol, o minguar e o crescer da lua, o ciclo do ano e o ritmo de nascimento, morte e renascimento no mundo orgânico, representam um milagre de surgimento contínuo, fundamental à natureza do universo. Todos conhecemos o mito arcaico das quatro idades - do ouro, da prata, do bronze e do ferro - em que o mundo é mostrado em seu declínio, sempre para pior. Em seu devido tempo ele se desintegrara no caos, apenas para ressurgir, viçoso como uma flor, e recomeçar espontaneamente seu curso inev... |
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| Os títulos reais sumérios |
| Civilização Suméria |
Pierre Lévêque (dir) |
 O rei governa a cidade; é um grande proprietário. Quer seja en, como em Uruk, lugal, como em Ur, ensi, como em Lagash, ele é sempre o eleito dos deuses que representa na cidade. É o juiz supremo; é a ele que compete construir e restaurar os templos, manter os canais de irrigação e defender o pais. A hierarquia entre os vários títulos reais é difícil de estabelecer, pois tiram os seus nomes dos usos locais. Os reis de Umma são qualificados de ensi pelos seus inimigos de Lagash, ao passo que eles próprios se consideram como lugal. Só a partir do reinado de Lugal-Zagghesi uma diferen&ccedi... |
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