Psicologia
História
Geologia
Filosofia
Astronomia
Antropologia
Antropogênese
Apocalipse
Cosmogonia
Deuses
Heróis
Mitos e estórias ancestrais
Os Mitos Celtas -  | 2002 |
Mitologias do Mundo - Histórias das | 2011 |
O Livro Celta da Vida e da Morte -  | 2011 |
Contos de fadas Celtas -  | 2003 |
O Livro da Eterna Magia - Contos De Magia e Misterio Dos Celtas | 2007 |
Mitologia: - Mitos e lendas de todo o mundo. | 2011 |
A Bíblia da Mitologia: - Tudo o que você queria saber sobre mitologia. | 2012 |
Fatos e Mitos do Antigo Egito -  | 2009 |
A civilização romana: - Grandes civilizações do passado. | 2008 |
A Guerra do Peloponeso - Novas perspectivas | 2006 |
A Civilização Maia -  | 1987 |
A queda de Cartago - As guerras púnicas 265-146 a.C. | 2009 |
As egípcias -  | 2000 |
Piramides - A Verdadeira Historia -  Por Tras Dos Mais Antigos Monumentos Do Egito | 2005 |

 

Mitologia Celta
Manannan Mac Lyr  
Deus -
Responsabilidade/Funções:
Oceanos / Deus do Mar, Guardião do portal do Outro Mundo
Filhos:
Esposo(a):
Amantes:
Pai:
Lyr
Mãe:
Mitologia Celta, Manannan Mac Lyr
Este texto não é de propriedade do editor do sítio. <Clique para solicitar referências e autoria>

Manannan Mac Lyr é uma divindade celta ligada ao mar e ao "Outro Mundo". É tido como filho de Lyr, um dos Tuatha Dé Danann, o pai de Lugh. É também a ele atribuída a guarda do portal que conduz ao do outro mundo.

Mais de Mitologia Celta
SERES DIVINOS
Mitologia Celta
Angus Mac Oc
Deus
Amor e fertilidade
Lendas Medievais
Arthur
Herói
Mitologia Celta
Brighid
Brígida
Deus
Conhecimento
Mitologia Celta
Cernunnos
Deus
Pastores e rebanhos
Mitologia Celta
Cuchulainn
Herói
Mitologia Celta
Dagda
Deus
Mitologia Celta
Danna
Deus
Rainha dos deuses
Mitologia Celta
Fionn MacCool
Fionn Mac Cumhall
Herói
Mitologia Celta
Lugh
Deus
Solar
Mitologia Celta
Manannan Mac Lyr
Deus
Oceanos
Mitologia Celta
Mider
Deus
Mortos e Submundo
Mitologia Celta
Morrigan
Macha
Deus
Guerra
Deus Celta Manannan
Deus celta do mar, Manannan Mac Lyr
Deus Celta Manannan
Manannan Mac Lyr, deus Celta do Mar
Pesquisar por mitologia
Lendas Medievais
Mitologia Africana
Mitologia Asteca
Mitologia Celta
Mitologia Chinesa
Mitologia Egípcia
Mitologia Eslava
Mitologia Finlandesa
Mitologia Grega
Mitologia Indiana
Mitologia judaico-cristã
Mitologia Maia
Mitologia Mesopotâmica
Mitologia Nórdica
Mitologia Persa
Mitologia Romana
Pesquisar por letra
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
Pesquisar por espécie
Animal Deificado
Ciclope
Demônio
Deus
Divindade
Herói
Homem Deificado
Mortal
Titã
Pesquisar por responsabilidade
Agricultura e Vegetação
Águas
Amor e fertilidade
Artifíces
Bebidas
Caça
Cavaleiro
Céu
Chuva
Conhecimento
Criador do universo
Destino
Destruição e Renovação
Discordia
Extase e Entusiasmo
Flores e vegetação
Grande Mãe
Guerra
Justiça
Lunar
Magia
Medicina
Mensageiro
Mortos e Submundo
Mulheres Grávidas
Mumificação
Oceanos
Pastores e rebanhos
Pontos Cardeais
Profeta
Protetor dos domicílios
Rainha dos deuses
Realeza
Rei dos deuses
Rios
Riqueza e Prosperidade
Solar
Sono
Tempestade
Terra
Trapaças e engodos
Vento
Últimas atualizações
Mais atualizaÇÕES
História
  • Atletismo romano

    Os jogos romanos, na sua essência, são atos religiosos. Representam um ritual necessário para manter as desejadas boas relações entre a cidade e os deuses: este caráter primitivo nunca será esquecido e, já muito tarde, ainda era uso assistir em cabelo aos combates do anfiteatro ou as corridas do circo, como se assistia aos sacrifícios

História
  • A guerra asteca

    A antiga milícia mexicana era diferente em vários aspectos fundamentais dos seus equivalentes europeus. Os astecas, como os seus contemporaneos na Mesoamerica, não fomentavam a guerra para conquistar e integrar território, ou converter os derrotados para sua própria religião. Sua motivação era derrotar os inimigos para poder cobrar impostos deles e capturar pris

História
  • A Guerra do Peloponeso: A grande peste de Atenas

    NO INÍCIO DE MAIO DE 430 A.E.C., Arquidamo invadiu novamente a Ática para continuar a destruição iniciada no primeiro ano da guerra. Desta vez, os peloponesios devastaram a planície diante da cidade de Atenas e seguiram para as regiões costeiras da Ática a leste e a oeste. Não fazia mais sentido manter a Ática como refém, já que estava claro que os atenienses