Antropogênese
Apocalipse
Cosmogonia
Deuses
Heróis
Mitos e Lendas
Os Mitos Celtas -  | 2002 |
Contos de fadas Celtas -  | 2003 |
A Bíblia da Mitologia - Tudo o que você queria saber sobre mitologia | 2012 |
O Livro Celta da Vida e da Morte -  | 2011 |
Heróis do Ocidente e do Oriente - Mitos e Lendas | 2006 |
As Religiões Que o Mundo Esqueceu -  | 2008 |
PESQUISAR POR MITOLOGIA
Mitologia Africana
Mitologia Asteca
Mitologia Celta
Mitologia Chinesa
Mitologia Egípcia
Mitologia Grega
Mitologia Maia
Mitologia Nórdica
Mitologia Suméria
PESQUISAR POR LETRA
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
PESQUISAR POR PALAVRA-CHAVE
PESQUISAR POR ESPECIE
PESQUISAR POR responsabilidade
IMAGENS
Deus Celta Manannan
Deus Celta Manannan
Todas Imagens
Mitologia Celta
Manannan Mac Lyr
Deus -
Oceanos
Deus do Mar, Guardião do portal do Outro Mundo
Filhos
Esposo(a)
Amantes
Pai
Mãe
Lyr
Versão para impressão
Mitologia - Mitologia Celta - Manannan Mac Lyr

Manannan Mac Lyr é uma divindade celta ligada ao mar e ao "Outro Mundo". É tido como filho de Lyr, um dos Tuatha Dé Danann, o pai de Lugh. É também a ele atribuída a guarda do portal que conduz ao do outro mundo.

Mitologia Celta - Deus
Mitologia Celta | Angus Mac Oc - Amor e fertilidade
Mitologia Celta | Brighid - Conhecimento
Mitologia Celta | Cernunnos - Vegetação
Mitologia Celta | Dagda - Conhecimento
Mitologia Celta | Danna - Rainha dos deuses
Listar todos de Mitologia Celta
Deus Mitologia Universal
Mitologia Grega | Nilo - Rios
Mitologia Grega | Eris - Discordia
Mitologia Chinesa | Pan Gu -
Mitologia Egípcia | Bastet - Mulheres Grávidas
Mitologia Grega | Hestia -
Listar todos os Seres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todas
ULTIMAS ATUALIZAÇOES
História
O príncipe esquecido
Um personagem que foi importante como forte candidato no apagar das luzes do Império, hoje está quase totalmente esquecido, não fosse o notável livro de Mary Del Priore O príncipe maldito (ed. Objetiva, 2006). Era o belo jovem príncipe D. Pedro Augusto de Saxe Coburgo, neto de D. Pedro II e filho de sua segunda filha, d. Leopoldina, casada com o príncipe Augusto (Gusty) Saxe Coburgo. No entanto, o título de “príncipe maldito” parece impróprio, já que ele nada fez que provocasse maldição, nem maldades.
Psicologia
Aspectos históricos da neuropsicologia e o problema mente-cérebro
No lado diametralmente oposto do espectro de posições sobre a relação mente-cérebro, encontra-se o eliminativismo ou materialismo eliminativo. Uma das princi­pais teses do eliminativismo é a de que a folk psychology (psicologia popular) trabalha com categorizações falsas, terminologias herdadas de um passado remoto que pre­cisam ser eliminadas para um progresso da compreensão da relação cérebro-mente. As­sim como a teoria do phlogiston foi supera­ da cientificamente e tornada obsoleta pelas pesquisas empíricas em oxidação, também muitas classes de supostos estados mentais seriam apenas ilusões. Ainda que permane­çam em nosso vocabulário explicativo, esses entia non-gratia não possuiriam qualquer capacidade causal, nem sequer existiriam, tal como bruxas, almas, elán vital, etc. Entre as entidades mentais que essa linha de pen­samento pretende eliminar, encontram-se, por exemplo, atitudes preposicionais: rela­ções entre conteúdos proposicionais e uma determinada postura mental com implica­ções práticas (p. ex., acreditar, desejar, espe­rar) (P. M. Churchland, 1981; P. S. Churchland, 1986). Também foi proposto por eliminativistas (Dennett, 1992) que a no­ção de qualia (sensações e experiências co­mo estados subjetivos qualitativos) poderia ter um caráter ilusório e não ter a existência que lhes é atribuída na psicologia popular.
Psicologia
O lugar do ser humano na natureza e na evolução
O modo tradicional de concluir os livros sobre a evolução humana é discorrer sobre as maneiras nas quais nosso passado evolucionário é impor­tante para a compreensão do mundo atual. Isso não é tão difícil se o livro for como o African Genesis, de Ardrey, cujo tema - a evolução de um macaco assassino para um humano assassino - tornava fácil a defesa da ideia de que é importante entender o aspecto violento da natureza humana. No caso de muitos dos livros de antropologia mais tradicionais, essa argumentação seria impossível, uma vez que eles, com frequência, afirmam que o principal padrão verificado na evolução humana é o de que os humanos vêm gradualmente se libertando do jugo da seleção natural, e que os efeitos do meio ambiente sobre eles vêm se reduzindo. Se os humanos moldam sua evolução mais que a evolução molda os humanos, o papel do passado teria algum interesse mas pouca importância.
História
Guerras Púnicas
As Guerras Púnicas marcaram um período crucial na história de Roma, quando passou de potência puramente italiana, em 265, a força dominante no Mediterrâneo, em 146, um processo que a História de Polibio tem como propósito explicar. Nesta altura, estavam já criadas seis províncias ultramarinas: Sicília, Sardenha e Córsega, Hispânia Citerior, Hispânia Ulterior, África e Macedônia. A exceção desta última, todas foram adquiridas através do conflito com Cartago. Em finais do século, foram criadas
Antropologia
Evolução humana: Por que a África?
A evolução é sempre associada ao tempo. Afinal, a evolução é um processo que ocorre ao longo do tempo, e são os extraordinariamente longos períodos de tempo em questão que despertam nossa imaginação. Dinossauros que existiram por cem milhões de anos ou hominídeos que evoluíram ao longo de sete milhões de anos, são essas as coisas que tornam a evolução diferente dos demais ramos da ciência ou da vida cotidiana. A pergunta sobre se haveria períodos de tempo geológico mais interessantes que outros ocorre com facilidade.