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História
19/12/2014 | 13:44h
A Civilização Zapoteca
A civilização zapoteca foi uma das mais precoces da Mesoamerica em termos de feitos culturais. Situados na rica região do vale do Oaxaca, região centro-sul do Mexico, os zapotecas criaram sua própria capital política, chamada Monte Alban. Por mais de mil anos entre 500 a.e.c. e 750 d.e.c., a civilização zapoteca desabrochou, desenvolvendo uma escrita primitiva e um sistema matemático baseado em hieróglifos, construindo um estilo arquitetônico diferenciado e mantendo relações superpoderosas com a grande cidade de Teotihuacan.
Mitologia
12/12/2014 | 20:26h
As peregrinações Astecas
Os astecas demoraram-se tanto na sua peregrinação que, ao chegaram ao vale de Anahuac, no altiplano central mexicano, não foram mais reconhecidos nem mesmo pelas tribos com as quais haviam começado a peregrinação (a maioria delas já havia se estabelecido e prosperado na região). "O povo cujo rosto ninguém conhecia" assim ficou conhecida, na crônica pré-hispânica, a parcela dos nahua que, sob as ordens de Huitzilopochtli, desceram das vastidões áridas do norte para se estabelecer, por volta de 1280, nas cercanias do lago Texcoco.
Antropologia
16/11/2014 | 22:19h
A Pré-história e o início das produções culturais
Para compreender a evolução dos hominíneos e do homem, além dos registros fósseis que nos permitem conhecer a estrutura anatômica dessas espécies, os registros de ferramentas, sobretudo os utensílios de pedra, que, por sua natureza, não são tão perecíveis como os de madeira e outros materiais orgânicos, fornecem pistas muito importantes. As ferramentas encontradas junto aos sítios onde se encontram os ossos fósseis informam sobre o estilo de vida, o comportamento e a relação com o meio ambiente e com a sobrevivência desses indivíduos e grupos sociais.
História
10/11/2014 | 01:05h
O Colapso da União Soviética
O colapso da União Soviética e o ressurgimento da Rússia foram eventos marcantes, mas difíceis de descrever com profundidade. As linhas princi­pais são claras, já que grande parte da sua queda ocorreu em público sob escrutínio intenso da população soviética e russa, de jornalistas estrangeiros e dos governos do mundo. Porém, muitas decisões cruciais foram tomadas a portas fechadas e são demasiado recentes para serem objeto de estudo dos historiadores. Muitos dos principais acontecimentos da época já sumiram da memória, e outros foram provavelmente exagerados em relatos popu­lares e nas poucas tentativas acadêmicas de análise. Fontes reais são escas­sas, e autobiografias sensacionalistas e fragmentos de informação não são um bom material historiográfico. Para complicar as coisas, percepções dos eventos fora da Rússia e entre os russos e a maioria das antigas populações soviéticas diferem profundamente. A única coisa que é possível fazer é um esboço dos acontecimentos e de algumas das tendências sociais, políticas e econômicas mais óbvias de um quarto de século de reviravoltas, prestando alguma atenção na compreensão desses eventos e tendências por parte dos russos que os viveram.
História
09/11/2014 | 18:22h
A Guerra Fria
Guerra Fria estendeu-se pela totalidade dos últimos 46 anos da história soviética. Foi um confronto épico que varreu o mundo inteiro, de Berlim a Pequim, às regiões mais remotas da África e da América Latina. Durante a maior parte desse período, a União Soviética parecia ter uma boa chance de "vencer" de alguma forma, e de fato os seus adversários mais histéricos estavam convencidos de que ela era imensamente poderosa. Na realidade, a União Soviética saiu atrasada nessa corrida e nunca chegou perto de derrotar seu novo inimigo, os Estados Unidos. Durante a maior parte dessa época, ela lutou só para acompanhá-lo e sobreviver com seu poder recém-adquirido mais ou menos intacto.
Psicologia
07/11/2014 | 15:32h
A linhagem do Homem: Cérebro e comportamento dos Hominíneos
O sistema nervoso humano, decorrente de sua ancestralidade primata, é dotado de um sistema visual e de um cerebelo particularmente bem desenvolvidos. Em contrapartida, os bulbos olfatórios, relacionados ao sentido do olfato, reduziram-se de modo acentuado nos primatas e mais ainda nos humanos. Em relação aos grandes símios, como chimpanzés e gorilas, o cérebro humano revela lobos parietais relativamente grandes e lobos occipitais relativamente pequenos. As regiões pré-frontais (incluindo as áreas supraorbitais) desenvolveram-se ao máximo no Homo sapiens. Suas conexões fundamentais parecem ser com os lobos temporais e occipitais através dos feixes longitudinais associativos e com estruturas subcorticais como os núcleos da base e partes do sistema límbico.
História
02/11/2014 | 16:46h
A Cultura Soviética
Após a destituição de Kruchev, a nova liderança agiu rápido para pôr fim à campanha antirreligiosa e permitiu que as igrejas continuassem com uma existência modesta e fortemente vigiada que durou até os anos 1980. Lysenko finalmente perdeu seu monopólio do poder na Biologia, seu trabalho foi repu­diado e a genética ressurgiu como disciplina reconhecida. Até o fim da União Soviética, a relação das autoridades com a comunidade científica foi polida e colaborativa, mas não sem tensões sob a superfície. Para os escritores, todavia, o novo regime foi menos positivo.
História
20/10/2014 | 01:39h
A União Soviética na Segunda Guerra Mundial
Logo desde o início, a liderança soviética esperava uma invasão mais cedo ou mais tarde. Essa convicção provinha da situação efetiva da União Sovié­tica desde a revolução, da experiência de intervenção e hostilidade de quase todos os outros Estados e também da sua análise do mundo. Afinal, eles esperavam não só um ataque contra o seu próprio país, mas também uma guerra entre as potências ocidentais, e julgavam provável que a guerra no Ocidente viria primeiro. Sua análise do mundo derivava da visão de Lenin do estado mais atual do capitalismo, que ele estimava ser o período do im­perialismo. Ele acreditava que a Primeira Guerra Mundial fora resultado da concentração crescente do capital nas mãos de um pequeno número de enormes empresas e bancos semimonopolistas, o que levava, por sua vez, a uma competição exacerbada por mercados e recursos. O resultado foi a divisão do mundo entre grandes impérios e o desejo dos retardatários nesse processo, a Alemanha em particular, de redividir o mundo. Portanto, mes­mo sem a existência da URSS, outra guerra era inevitável. Stalin e a elite soviética aceitaram essa concepção do mundo sem nenhuma dúvida, e sua própria experiência histórica na Primeira Guerra Mundial, bem como sua observação das diversas rivalidades no mundo após 1918, somente reforça­ram sua convicção. Por outro lado, eles perceberam que as diferenças (“contradições”) entre as potências capitalistas poderiam ser temporariamente ignoradas numa aliança anticomunista ou que uma ou mais potências oci­dentais poderiam ser poderosas o bastante para atacá-los individualmente. Até 1933, a principal ameaça parecia vir do Império Britânico, a potência aparentemente hegemônica da época. O Exército Vermelho formulou seus planos de guerra presumindo que um ataque viria da Polônia e da Romênia com apoio - ou mesmo participação - dos britânicos (e talvez dos franceses). Os acordos militares defacto com a Alemanha de Weimar foram concebidos em part