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Mitologia Grega
Teia
Em grego Θεία (Theía), é um adjetivo substantivo, da mesma família etimológica que Θεός (Theós), deus, e significa a divina.
Titã - 1ª Geração Divina
Titânida mãe de Hélio (Sol), Eos (Aurora) e Selene (Lua),
Filhos
Hélio "Sol", Selene "Lua", Eos "Aurora" (Hiperion)
Esposo(a)
Hiperion
Amantes
Pai
Urano e Geia
Mãe
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
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T
U
V
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Psicologia
23/07/2014 | 20:59h
O que é a emoção?
Uma palavra sobre o que quero dizer sob a rubrica emoção, termo cujo significado preciso psicólogos e filósofos discutem há mais de um século. Em seu sentido mais literal, o Oxford English Dictionary define emoção como “qualquer agitação ou perturbação da mente, sentimento, paixão; qualquer estado mental veemente ou excitado”. Eu entendo que emoção se refere a um sentimento e seus pensamentos distintos, estados psicológicos e biológicos, e a uma gama de tendências para agir. Há centenas de emoções, juntamente com suas combina­ções, variações, mutações e matizes. Na verdade, existem mais sutilezas de emoções do que as palavras que temos para defini-las.
História
23/07/2014 | 20:58h
Testemunhas da Primeira Guerra Mundial
Esmee Sartorious trabalhou como enfermeira durante toda a guerra, primeiro na Bélgica, depois em hospitais na frente britânica e, por fim, na Itália. Antes de voltar para casa por meio da neutra Holanda, em agosto de 1914 ela viu de perto o início da ocupação alemã na Bélgica: Como tantas outras, quando a guerra foi declarada, eu me apresentei imediatamente à organização St. John’s Ambulance, a fim de saber se havia a possibilidade de que me designassem para exercer alguma função; minha única recomendação era um treinamento de três meses no Hospital de Londres [...]. Três dias depois, a Cruz Vermelha britânica recebeu uma solicitação de 40 enfermeiras que seriam enviadas à Bélgica […] e me perguntaram se eu queria ir. Naturalmente, aceitei com entusiasmo, e no dia 14 de agosto estava em Bruxelas.
História
22/07/2014 | 19:55h
Czar Nicolau II
Ficaria conhecido na história como o Czar Libertador, o homem responsável pela libertação dos servos e pela in­trodução de grandes reformas internas. Mas para os pe­quenos e determinados grupos revolucionários russos do final do século XIX, Alexandre II era o símbolo de repressão, cuja morte era necessária para a introdução de uma nova ordem.
Psicologia
20/07/2014 | 01:02h
Aprendizado emocional nas Escolas
O tema, por sua própria natureza, exige que professores e alunos se concentrem no tecido emocional da vida da criança — uma concentração decididamente ignorada em quase todas as outras salas de aula dos Estados Unidos. A estratégia aqui inclui o uso das tensões e traumas da vida das crianças como o tema do dia. Os professores falam de problemas reais — a mágoa por ser deixado de fora, inveja, desacordos que podem se transformar numa batalha no pátio de recreio. Como diz Karen Stone McCown, criadora do Currículo da Ciência do Eu e diretora da Nueva
Psicologia
19/07/2014 | 23:55h
Controle emocional aprendido desde o berço
O fato é muito chocante. Mas é também mais um indicador, à nossa disposição, para que tomemos consciência da necessidade, urgente, de ensinamentos que objetivem o controle das emoções, as resoluções de desentendimentos de forma pacífica e, enfim, a boa convivência entre as pessoas. Os educadores, há muito preocupados com as notas baixas dos alunos em matemática e leitura, começam a constatar que existe um outro tipo de deficiência e que é mais alarmante: o analfabetismo emocional. Apesar dos louváveis esforços que visam a melhorar o desempenho acadêmico, esse novo tipo de deficiência ainda não ganhou espaço no currículo escolar. Como disse um professor do Brooklyn, a atual ênfase do ensino parece sugerir que “nos preocupamos mais com a qualidade da leitura e escrita dos alunos do que em saber se eles vão estar vivos na semana que vem”.
Psicologia
17/07/2014 | 20:19h
Experiência traumática e o reaprendizado emocional
Esses momentos vívidos, aterrorizantes, dizem hoje os neurocientistas, tomam-se lembranças impressas nos circuitos emocionais. Os sintomas são na verdade sinais de uma amígdala cortical superestimulada impelindo as vívidas lembranças do momento traumático a continuar invadindo a consciência. Como tal as lembranças traumáticas tornam-se gatilhos sensíveis, prontos para soar o alarme ao menor sinal de que o momento temido está para acontecer mais uma vez. Esse fenômeno de gatilho sensível é uma marca característica de todos os tipos de trauma emocional, incluindo os repetidos maus-tratos físicos na infância. Qualquer fato traumatizante pode gravar essas lembranças disparadoras na amígdala cortical: um incêndio ou acidente de carro, uma catástrofe natural como um terremoto ou furacão, estupro ou assalto. Milhares de pessoas todo ano vivem esse tipo de tragédia e muitas ou a maioria fica com uma espécie de ferida emocional que fica marcada no cérebro.
História
17/07/2014 | 20:06h
A vida camponesa russa - Aristocratas e servos
ra o ano de 1803 quando, no final de uma tarde quente de agosto, a menina Mar­ta Wilmot chegou a Troitskoe. Enviada na esperança de que este interregno a ajuda­ria a suportar a dor provocada pela morte do seu irmão favorito, não podia estar mais ansiosa para sair da carruagem. Tinha feito uma parada em São Petersburgo, após uma longa viagem, e tinha ouvido alguns comentários desagradáveis acerca da prin­cesa Dashkova. “Foi apresentada a mim”, lembra Marta, muitos anos mais tarde, “ como a pessoa mais cruel e vingativa deste mundo” . A jovem estrangeira tinha sido avisada de que Troitskoe não passava de uma fortaleza erma, habitada por uma sinis­tra castelã capaz de chegar ao ponto de censurar a correspondência de Marta.
Psicologia
15/07/2014 | 13:45h
As influências das emoções na recuperação clínica
Além do argumento humanitário que convoca os médicos para que dispensem, junto com o tratamento clínico, cuidados que envolvam a saúde emocional do paciente, existem outras razões convincentes o bastante para que esses profissionais considerem a realidade psicológica e social dos pacientes como pertinente à área médica, e não fora dela. Agora há argumentos científicos que demonstram, efetivamente, que há ganhos para a eficácia médica, tanto no campo preventivo como no tratamento de doenças, quando o estado emocional das pessoas é, juntamente com seu problema clínico, objeto de tratamento. Isto não é válido, evidentemente, para todo e qualquer caso. Mas a análise de dados referentes a centenas de casos revela que, cada vez mais, é clinicamente vantajosa a adoção de um padrão de assistência médica que inclua a intervenção emocional no caso de doenças graves.