Antropogênese
Apocalipse
Cosmogonia
Deuses
Heróis
Mitos e Lendas
As religiões que o mundo Esqueceu -  | 2009 |
Mitologia Grega, V.2 -  | 2009 |
A Bíblia da Mitologia - Tudo o que você queria saber sobre mitologia | 2012 |
Mitologia - Mitos e lendas de todo o mundo | 2011 |
Odisséia -  | 2001 |
Heróis do Ocidente e do Oriente - Mitos e Lendas | 2006 |
PESQUISAR POR MITOLOGIA
Mitologia Africana
Mitologia Asteca
Mitologia Celta
Mitologia Chinesa
Mitologia Egípcia
Mitologia Grega
Mitologia Maia
Mitologia Nórdica
Mitologia Suméria
PESQUISAR POR LETRA
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
PESQUISAR POR PALAVRA-CHAVE
PESQUISAR POR ESPECIE
PESQUISAR POR responsabilidade
Mitologia Grega
Teia
Em grego Θεία (Theía), é um adjetivo substantivo, da mesma família etimológica que Θεός (Theós), deus, e significa a divina.
Titã - 1ª Geração Divina
Titânida mãe de Hélio (Sol), Eos (Aurora) e Selene (Lua),
Filhos
Hélio "Sol", Selene "Lua", Eos "Aurora" (Hiperion)
Esposo(a)
Amantes
Hiperion
Pai
Mãe
Urano e Geia
Versão para impressão
Mitologia - Mitologia Grega - Teia

É a primeira das Titânidas. Não tem um mito próprio, mas a importância de Téia é que, casada com Hiperion, foi mãe de Hélio (Sol), Eos (Aurora) e Selene (Lua), divindades de muita relevância na mitologia, particularmente Hélio e Selene.

_______________

Referência Bibliográfica

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega Vol. I. Petrópolis, Vozes, 2004.

Mitologia Grega - Titã
Mitologia Grega | Crono - Rei dos deuses
Mitologia Grega | Mnemósina -
Mitologia Grega | Oceano -
Mitologia Grega | Prometeu - -
Mitologia Grega | Reia - Rainha dos deuses
Listar todos de Mitologia Grega
Titã Mitologia Universal
Listar todos os Seres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todas
ULTIMAS ATUALIZAÇOES
Psicologia
O lugar do ser humano na natureza e na evolução
O modo tradicional de concluir os livros sobre a evolução humana é discorrer sobre as maneiras nas quais nosso passado evolucionário é impor­tante para a compreensão do mundo atual. Isso não é tão difícil se o livro for como o African Genesis, de Ardrey, cujo tema - a evolução de um macaco assassino para um humano assassino - tornava fácil a defesa da ideia de que é importante entender o aspecto violento da natureza humana. No caso de muitos dos livros de antropologia mais tradicionais, essa argumentação seria impossível, uma vez que eles, com frequência, afirmam que o principal padrão verificado na evolução humana é o de que os humanos vêm gradualmente se libertando do jugo da seleção natural, e que os efeitos do meio ambiente sobre eles vêm se reduzindo. Se os humanos moldam sua evolução mais que a evolução molda os humanos, o papel do passado teria algum interesse mas pouca importância.
História
Guerras Púnicas
As Guerras Púnicas marcaram um período crucial na história de Roma, quando passou de potência puramente italiana, em 265, a força dominante no Mediterrâneo, em 146, um processo que a História de Polibio tem como propósito explicar. Nesta altura, estavam já criadas seis províncias ultramarinas: Sicília, Sardenha e Córsega, Hispânia Citerior, Hispânia Ulterior, África e Macedônia. A exceção desta última, todas foram adquiridas através do conflito com Cartago. Em finais do século, foram criadas
Antropologia
Evolução humana: Por que a África?
A evolução é sempre associada ao tempo. Afinal, a evolução é um processo que ocorre ao longo do tempo, e são os extraordinariamente longos períodos de tempo em questão que despertam nossa imaginação. Dinossauros que existiram por cem milhões de anos ou hominídeos que evoluíram ao longo de sete milhões de anos, são essas as coisas que tornam a evolução diferente dos demais ramos da ciência ou da vida cotidiana. A pergunta sobre se haveria períodos de tempo geológico mais interessantes que outros ocorre com facilidade.
Antropologia
Quando nos tornamos humanos?
Uma pesquisa de opinião realizada recentemente nos Estados Unidos, com o fim de avaliar o conhecimento científico da população, mostrou o resultado ligeiramente alarmante de que 60% das pessoas pensavam que os humanos foram contemporâneos dos dinossauros. Não há duvida de que essa situação, em parte, se deve a filmes como Dois bilhões de anos a.C, que mostrava Rachel Welch como uma garota das cavernas no meio de dinossauros pesadões, mas ela revela também uma generalizada falta de compreensão da dimensão temporal da história. Embora possa fazer pouco sentido conhecer a cronologia evolucionária exata, e tampouco saber que a Batalha de Hastings ocorreu em 1066, e não em 1067, é importante ter alguma noção da escala geral. Se a espécie humana tivesse apenas dois mil anos, isso teria implicações extremamente diferentes quanto a várias questões, do que se ela tivesse dois milhões de anos (mais próximo da resposta correta), ou duzentos milhões de anos (mais próximo dos dinossauros). Parte do problema, sem dúvida, reside na dificuldade que qualquer pessoa tem de compreender períodos de tempo muito vastos. Se a Batalha de Hastings, ocorrida há menos de mil anos, parece totalmente remota, o quão mais difícil não será entender um período de mais de um milhão de anos.
Antropologia
Seres humanos: macacos ou anjos?
No auge do debate sobre a evolução, foi perguntado a Benjamin Disraeli se ele achava que o homem era um macaco ou um anjo. Ele respondeu, ao que parece com convicção: “Agora, estou do lado dos anjos”. A maioria das pessoas não tem tanta certeza. Embora muitos fundamentalistas religiosos e uns poucos darwinianos empedernidos espelhem a certeza de Disraeli, para a maior parte das pessoas a questão continua sendo um grande imponderável. A compaixão inspirada pela humanidade latente que espreita nos olhos de um gorila é testemunho das estreitas afinidades que os humanos têm com os macacos. E, no entanto, é bem fácil perceber a magnitude da distância, ao compararmos as rudes vocalizações de um chimpanzé com a poesia de Shakes­peare. Macaco algum poderia aspirar à tecnologia do mundo da informática, ou à complexa organização social até mesmo de uma pequena comunidade humana, com sua trama de parentesco, amizade ou de maquinações políticas.