A value is required.
A perfeição anda de mãos dadas com a simplicidade...
Odsson Ferreira
Cosmogonia Antropogenese Apocalipse Mitos e Lendas Deuses Herois Divindades Filmes Épicos
Mitologia Grega
Teia
Em grego Θεία (Theía), é um adjetivo substantivo, da mesma família etimológica que Θεός (Theós), deus, e significa a divina.
Titã - 1ª Geração Divina
Titânida mãe de Hélio (Sol), Eos (Aurora) e Selene (Lua),
Filhos
Hélio "Sol", Selene "Lua", Eos "Aurora" (Hiperion)
Esposo(a)
Hiperion
Amantes
Pai
Urano e Geia
Mãe
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
Comentários | Como citar essa página?
Mitologia - Mitologia Grega - Teia
Mais belas histórias da antiguidade clássica 2
Os mitos da Grécia e de Roma
Mais belas histórias da antiguidade clássica 2 - Os mitos da Grécia e de Roma | 1995 |
Gustav Schwab
O Livro de Ouro da Mitologia
O Livro de Ouro da Mitologia -  | 2011 |
Thomaa Bullfinch
Mitologia Grega, V.1
Mitologia Grega, V.1 -  | 2009 |
Junito de Souza Brandão
As 100 Melhores estórias da mitologia
As 100 Melhores estórias da mitologia -  | 2003 |
Carmen Seganfredo
Mitologia Grega, V.3
Os Heróis
Mitologia Grega, V.3 - Os Heróis | 408 |
Junito de Souza Brandão
As religiões que o mundo Esqueceu
As religiões que o mundo Esqueceu -  | 2009 |
Pedro Paulo Abreu Funari
Heróis do Ocidente e do Oriente
Mitos e Lendas
Heróis do Ocidente e do Oriente - Mitos e Lendas | 2006 |
Antônio L. Furtado
As Religiões Que o Mundo Esqueceu
As Religiões Que o Mundo Esqueceu -  | 2008 |
Pedro Paulo Funari
Deuses e Heróis da Mitologia Grega e Latina
Deuses e Heróis da Mitologia Grega e Latina -  | 2008 |
Odile Gandon
O Grande Livro dos Mitos Gregos
O Grande Livro dos Mitos Gregos -  | 2008 |
Robert Graves
O Livro de Ouro da Mitologia
Histórias de Deuses e Heróis
O Livro de Ouro da Mitologia - Histórias de Deuses e Heróis | 2008 |
Thomas Bulfinch
Mitologias do Mundo
Histórias das
Mitologias do Mundo - Histórias das | 2011 |
Nano Gardin
Mais belas histórias da antiguidade clássica 1
Os mitos da Grécia e de Roma
Mais belas histórias da antiguidade clássica 1 - Os mitos da Grécia e de Roma | 1996 |
Gustav Schwab
Mitologia
Mitos e lendas de todo o mundo
Mitologia - Mitos e lendas de todo o mundo | 2011 |
Gordon Cheers (ed)
Mitologia Grega, V.2
Mitologia Grega, V.2 -  | 2009 |
Junito de Souza Brandão
A Civilização Grega
A Civilização Grega -  | 2007 |
André Bonnard
Mais belas histórias da antiguidade clássica 3
Os mitos da Grécia e de Roma
Mais belas histórias da antiguidade clássica 3 - Os mitos da Grécia e de Roma | 1996 |
Gustav Schwab
A Bíblia da Mitologia
Tudo o que você queria saber sobre mitologia
A Bíblia da Mitologia - Tudo o que você queria saber sobre mitologia | 2012 |
Sarah Bartlett
Odisséia
Odisséia -  | 2001 |
Homero

 

 

Mitologia Grega - Titã
Mitologia Grega | Crono - Rei dos deuses
Mitologia Grega | Mnemósina -
Mitologia Grega | Oceano -
Mitologia Grega | Prometeu - -
Mitologia Grega | Reia - Rainha dos deuses
Listar todos de Mitologia Grega
Titã Mitologia Universal
Listar todos os Seres
Seres Divinos de Todas as Mitologias
Buscar por termo
A value is required.A value is required.
Buscar por especie
Animal DeificadoCiclopeDemônioDeusDivindadeHeróiHomem DeificadoMortalTitã

 

 

Versão para impressão
   
Como citar essa página?
História
29/08/2014 | 16:39h
A era de Catarina, a Grande, na Rússia
A primeira tarefa de Catarina ao ascender ao trono foi afirmar seu poder e lidar com os negócios não acabados do reinado do seu marido. Ela confirmou rapidamente o decreto dele que abolia o serviço compulsório para a nobreza, mas protelou aquele que confiscava as terras dos mosteiros. Ela havia se proclamado defensora dos interesses russos e da ortodoxia e sabia que a Igreja não estava contente com a medida. Outrossim, o conde Panin tinha planos para reorganizar o governo central em torno de um conselho de Estado que teria algum tipo de poder junto com a soberana. A nova imperatriz, após uma espera de mais de um ano e depois de depor o riquíssimo e insolente bispo de Rostov, decretou a secularização das terras da Igreja em 1764. Quase um quinto dos camponeses russos deixaram de ser servos. Quanto aos planos de Panin ela foi mais cautelosa, apenas ignorou-os e manteve-o como chefe do Colégio de Assuntos Estrangeiros e supervisor da educação do seu filho e herdeiro Paulo.
Antropologia
25/08/2014 | 11:07h
A cultura interfere no plano biológico
Os africanos removidos violentamente de seu continente (ou seja, de seu ecossistema e de seu contexto cultural) e transportados como escravos para uma terra estranha habitada por pessoas de fenotipia, costumes e línguas diferentes, perdiam toda a motivação de continuar vivos. Muitos foram os suicídios praticados, e outros acabavam sendo mortos pelo mal que foi denominado de banzo. Traduzido como saudade, o banzo é de fato uma forma de morte decorrente da apatia. Foi, também, a apatia que dizimou parte da população Kaingang de São Paulo, quando teve o seu território invadido pelos construtores da Estrada de Ferro Noroeste. Ao perceberem que os seus recursos tecnológicos, e mesmo os seus seres sobrenaturais, eram impotentes diante do poder da sociedade branca, estes índios perderam a crença em sua sociedade. Muitos abandonaram a tribo, outros simplesmente esperaram pela morte que não tardou.
Psicologia
22/08/2014 | 16:20h
Formulações sobre os dois princípios de funcionamento mental
Há algum tempo notamos que toda neurose tem a consequência, e provavelmente a tendência, portanto, de retirar o doente da vida real, de afastá-lo da realidade. Um fato como esse não poderia escapar tampouco à observação de Pierre Janet; ele falou de uma perda “de la fonction du réel” [da função do real] como característica especial dos neuróticos, mas sem desvelar o nexo dessa perturbação com as condições básicas da neurose.
Psicologia
21/08/2014 | 16:50h
Diferenças entre homens e mulheres: desvendando o paradoxo
Homens e mulheres são e já nascem diferentes. Aliás, os indivíduos são muito diferentes uns dos outros. Mas os homens entre si têm muita coisa em comum e o mesmo é verdadeiro para as mulheres. Já entre os sexos, a gama e a amplitude das diferenças aumentam consideravelmente. Essas frases, do ponto de vista biológico, remetem a uma série de obviedades que parecem até tautológicas. Mas para a psicologia, elas podem ser consideradas a reprodução de um infeliz conjunto de enganos. Homens e mulheres seriam realmente diferentes do ponto de vista psicológico? Quais as principais diferenças entre eles e elas? Em que acarretaria assumir as diferenças de sexo na nossa sociedade? E por que para muitos psicólogos é difícil aceitar diferenças sexuais? Respostas para as três primeiras questões podem ser encontradas em O Paradoxo Sexual: Hormônios, Genes e Carreira, de Susan Pinker (2010). Em resposta à última pergunta será emitida uma breve opinião.
Antropologia
19/08/2014 | 17:46h
O Valor do grupo do EU em detrimento do grupo do OUTRO
http://bit.ly/1tjdrco
Psicologia
17/08/2014 | 21:18h
Adolescência - Tornar-se jovem
Quando lemos um livro, particularmente um livro que fale de Psicologia, esperamos nos encontrar em suas páginas. Mas geralmente esses livros estão distantes de nossas vidas. Falam de coisas que não sentimos, usam termos que não escutamos, enfim, estão descolados de nossa realidade. Esse distanciamento entre a vida e a teoria é conseqüência do trabalho científico, que produz abstrações sobre a realidade. A ciência não reproduz a realidade, mas afasta-se dela para poder compreendê-la. Enquanto estamos discutindo o tema cientificamente, você, jovem, está vivenciando o fenômeno. O risco aqui é o de nos distanciarmos completamente do leitor ou, com um pouco de sorte, estabelecer uma conversa franca, honesta, sem moralismo. É muito difícil estabelecer o limite entre esses dois extremos. Por um lado, fala a cabeça racional do cientista e, por outro, o desejo do educador do encontro com a juventude.
História
17/08/2014 | 21:18h
A Rússia de Anna e Elisabete
Com a restauração da autocracia, Anna subiu ao trono como imperatriz da Rússia e, depois de algum tempo, mandou os líderes dos clãs Golitsyn e Dolgorukii para o exílio. Os dez anos do reinado de Anna, na memória da nobreza russa, foram um período sombrio de governo dos favoritos alemães de Anna - particularmente seu camareiro, Ernst-Johann Biihren (Biron para os russos), que era supostamente todo-poderoso e indiferente aos interesses russos. Essa memória é um exagero considerável. Após um breve interlúdio, a imperatriz Elizabete, filha de Pedro, o Grande, e uma monarca hábil e firme, sucedeu-a (1741-1761). Por baixo de todo o drama da corte, formava-se a nova cultura russa, e a Rússia entrou na era do Iluminismo. Nessas décadas, também podemos vislumbrar a sociedade russa para além das descrições de condição jurídica e no interior da teia das relações humanas.
Mitologia
16/08/2014 | 21:29h
Exu respeita o tabu e é feito o decano dos Orixás
Exu era o mais jovem dos orixás. Exu assim devia reverência a todos eles, sendo sempre o último a ser cumprimentado. Mas Exu almejava a senioridade, desejando ser homenageado pelos mais velhos. Para conseguir seu intento, Exu foi consultar o babalaô. Foi dito a Exu que fizesse sacrifício.