A value is required.
A arte de viver consiste em tirar o maior bem do maior mal...
Machado de Assis
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Mitologia Grega
Temis
Em grego Θέμις (Thémis), do verbo τιθεναι (tithénai), "estabelecer como norma", donde o que é estabelecido como a regra, a lei divina, a justiça, o direito (em latim fas). por oposição a νόμος (nómos), lei humana (em latim lex ou ius) e a σίχη (díke).
Titã - 1ª Geração Divina
Justiça
Têmis é a deusa das leis eternas, da justiça emanada dos deuses. Deusa da justiça divina,
Filhos
Horas 'Eunômia, Dique, Irene' - Moiras 'Cloto, láquesis e Átropos' - Prometeu e Astreia "em algumas versões". (Zeus)
Esposo(a)
Zeus
Amantes
Pai
Urano e Geia
Mãe
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
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Pedro Paulo Funari

Têmis é a deusa das leis eternas, da justiça emanada dos deuses. Deusa da justiça divina, figura como segunda esposa de Zeus, logo após Métis. Com o pai dos deuses e dos homens, Têmis foi mãe das Horas e da Moiras personificadas. Uma variante, que se encontra apenas em Ésquilo, faz da deusa da justiça divina mãe de prometeu. Personificação da Justiça ou da Lei Eterna, é tida como conselheira de Zeus. Foi ela quem o aconselhou a cobrir com a pela de cabra amaltéia o escudo, denominado, por isso mesmo, Égide, na luta contra os Gigantes.

Atribuía-se também a ela a idéia da Guerra de Tróia, para se equilibrar a densidade demográfica da Terra. Apesar de ser uma Titânida, foi admitida entre os imortais. Era honrada não só por sua ligação com Zeus, mas ainda pelos inestimáveis serviços prestados a todos os deuses, no que se refere a oráculos, ritos e leis. O deus Apolo deve-lhe o conhecimento e os processos da mântica. Consta ainda que foi Têmis quem revelou a Zeus e a Posídon que não unissem à Nereida Tétis, porque, se isso acontecesse, esta teria um filho mais poderoso que o pai.

Na Teogonia, de Zeus e Têmis nasceram somente as Horas e as Moiras, mas uma variante bem mais recente, que se encontra, entre outros, em arato, Higino e em Ovídio, faz também de Zeus e Têmis pais da Virgem Astréia.

 

_______________

Referência Bibliográfica

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega Vol. I. Petrópolis, Vozes, 2004.

 

 

Mitologia Grega - Titã
Mitologia Grega | Crono - Rei dos deuses
Mitologia Grega | Mnemósina -
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Psicologia
09/07/2014 | 20:22h
O poder da empata
As emoções das pessoas raramente são postas em palavras; com muito mais freqüência, são expressas sob outras formas, A chave para que possamos entender os sentimentos dos outros está em nossa capacidade de interpretar canais não-verbais: o tom da voz, gestos, expressão facial e outros sinais. Talvez a mais ampla pesquisa acerca da capacidade que têm as pessoas de detetar mensagens não-verbais seja a de Robert Rosenthal, psicólogo de Harvard, e seus alunos. Ele idealizou um teste de aferição de empatia, o PONS, Profile of Non-verbal Sensibility, que consiste na exibição de uma série de videoteipes em que uma jovem manifesta sentimentos que vão da antipatia ao amor materno. As cenas percorrem todo um espectro de emoções, desde um acesso de ciúmes até um pedido de perdão, de uma demonstração de gratidão a uma sedução. O vídeo foi editado de forma que, em cada um desses estados, fossem sistematicamente apagados um ou mais canais de comunicação não-verbal; além do som, por exemplo, em algumas cenas todos os outros sinais são bloqueados, sendo mantida apenas a expressão facial. Em outras, somente são exibidos os movi­mentos do corpo, e assim por diante, passando pelos principais canais não-ver­bais de comunicação, para que os espectadores possam detectar a emoção a partir de uma ou outra indicação não-verbal.
História
08/07/2014 | 19:14h
Primeira Guerra Mundial: A crise de Julho de 1914
De todas as crises internacionais da história, nenhuma foi alvo de um escrutínio mais meticuloso ou de um maior número de análises acadêmicas do que a Crise de Julho de 1914, que começou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, em 28 de junho, e culminou em uma troca de declarações de guerra entre as grandes potências a partir de 1° de agosto. Assim que o conflito teve início, os governos de cada país buscaram reunir um registro das maquinações diplomáticas que defendiam ou justificavam suas ações e colocavam a culpa em outrem: o Império Austro-Húngaro contra a Sérvia, a Rússia contra o Império Austro-Húngaro, a Alemanha contra a Rússia, a França e a Grã-Bretanha contra a Alemanha. Por sua vez, os historiadores começaram a analisar a Crise de Julho enquanto a guerra ainda estava em andamento, desencadeando um longo debate ainda em vigor, mesmo no centenário do conflito. Os volumes de documentos diplomáticos e os milhares de estudos publicados em dezenas de línguas ao longo das décadas seguintes contribuíram para a compreensão geral da deflagração da guerra, mas, ao mesmo tempo, obscureceram alguns dos elementos centrais da Crise de Julho: a guerra começou, em primeiro lugar, por causa da Sérvia, um pequeno e ambicioso país que até certo ponto se tornara refém de elementos nocivos em suas forças armadas e que, na busca de seus próprios objetivos nacionais, inflamou todo o continente; duas das potências mais fracas, Áustria-Hungria e Rússia, se comportaram com determinação pouco característica, enraizada em suas próprias dúvidas acerca de seu futuro status como grandes potências; os líderes austro-húngaros e alemães tinham noções incompatíveis sobre a guerra que desejavam – os alemães fazendo e conseguindo o que queriam às custas de seus aliados; e, por fim, os líderes franceses, embora de início não desejassem a guerra, viram a Crise de Julho se desdobrar de tal maneira que acabou propiciando-lhes uma guerra sob as circunstâncias que consideravam as mais favoráveis.
Psicologia
03/07/2014 | 20:26h
Os prejuízos da ansiedade nos processos de aprendizado
A capacidade de manter o autocontrole, de suportar o turbilhão emocional que o acaso nos impõe e de não se tornar um “escravo da paixão”, tem sido considerada, desde Platão, como uma virtude. Na Grécia clássica, esse atributo era denominado sophrosyne, “precaução e inteligência na condução da própria vida; equilíbrio e sabedoria”, como interpreta Page DuBois, um estudioso do idioma grego. Para os romanos e para a antiga Igreja cristã isso significava temperantia, temperança, contenção de excessos. O objetivo é o equilíbrio e não a supressão das emoções: cada sentimento tem seu valor e significado. Uma vida sem paixão seria um entediante deserto de neutralidade, cortado e isolado da riqueza da própria vida. Mas, como observou Aristóteles, o que é necessário é a emoção na dose certa, o sentimento proporcional à circunstância. Quando as emoções são sufocadas, geram embotamento e frieza; quando escapam ao nosso controle, extremadas e renitentes, tornam-se patológicas, tal como ocorre na depressão paralisante, na ansiedade que aniquila, na raiva demente e na agitação maníaca.
História
02/07/2014 | 20:02h
Antecedentes da Primeira Guerra Mundial
Havia a Alsácia-Lorena: caso se iniciasse uma guerra entre Alemanha e França, esta só aceitaria a paz se a Alsácia-Lorena fosse devolvida [...] [e] a Alemanha jamais admitiria a perda das províncias. Havia a rivalidade naval anglo-germânica: declarada a guerra, a Grã-Bretanha não aceitaria a paz, a menos que a ameaça de uma marinha alemã poderosa fosse permanentemente extirpada. Havia Constantinopla: depois de deflagrada a guerra, o governo russo não aceitaria a paz antes de [...] satisfazer a ambição que há séculos tinha por Constantinopla. Havia o cerco à Alemanha: iniciada a guerra, o país só acataria [...] a paz se o cerco fosse rompido, o que implicava o esmagamento da França e da Rússia [...]. Mas [...] havia um problema inegociável e incontrolável, suscitado por ameaças à integridade do Império Austro-Húngaro. A composição da monarquia dos Habsburgos a deixava em posição mortalmente vulnerável às atividades dos sérvios; ao mesmo tempo, dificultava a eliminação dessas atividades por meio de ação rápida e resoluta [...]. Foi esse problema o causador daquela que veio a ser a Primeira Guerra Mundial.
Psicologia
01/07/2014 | 19:47h
Escravos da paixão
capacidade de manter o autocontrole, de suportar o turbilhão emocional que o acaso nos impõe e de não se tornar um “escravo da paixão”, tem sido considerada, desde Platão, como uma virtude. Na Grécia clássica, esse atributo era denominado sophrosyne, “precaução e inteligência na condução da própria vida; equilíbrio e sabedoria”, como interpreta Page DuBois, um estudioso do idioma grego. Para os romanos e para a antiga Igreja cristã isso significava temperantia, temperança, contenção de excessos. O objetivo é o equilíbrio e não a supressão das emoções: cada sentimento tem seu valor e significado. Uma vida sem paixão seria um entediante deserto de neutralidade, cortado e isolado da riqueza da própria vida. Mas, como observou Aristóteles, o que é necessário é a emoção na dose certa, o sentimento proporcional à circunstância. Quando as emoções são sufocadas, geram embotamento e frieza; quando escapam ao nosso controle, extremadas e renitentes, tornam-se patológicas, tal como ocorre na depressão paralisante, na ansiedade que aniquila, na raiva demente e na agitação maníaca.
Psicologia
26/06/2014 | 23:19h
Autoconsciência e o controle das emoções
À primeira vista, pode parecer que nossos sentimentos são óbvios; uma reflexão mais demorada nos lembra das vezes em que fomos muito indiferentes ao que de fato sentimos sobre uma coisa, ou quando tarde demais nos demos conta desses sentimentos. Os psicólogos falam de metacogniçâo — um termo um pouco pesado — para referirem-se à consciência do processo de pensar, e no estado de espírito para a consciência de nossas emoções. Eu prefiro o termo autoconsciência, no sentido de permanente atenção ao que estamos sentindo internamente. Nessa consciência auto-reflexiva, a mente observa e investiga o que está sendo vivenciado, incluindo as emoções.
Psicologia
25/06/2014 | 20:38h
Jung, Adler e os outros dissidentes da Psicanálise
O menino solitário viu os dois gatinhos perdidos e os pegou nos braços. Precisava algo para amar, algo para sentir perto. Ele os trouxe para casa, mas assim que sua mãe viu as criaturas, ela os agarrou e os jogou contra a parede, de cabeça, até que morressem. Isso era típico de seu comportamento desequilibrado. Ele devia saber que ela faria algo parecido.
Psicologia
22/06/2014 | 15:57h
A psicanálise de Freud
O menino olhava fixamente, com horror, enquanto sua mãe estava sendo levada carregada para o quarto. Foi uma visão que jamais esqueceu. Ele olhava o rosto dela; tão jovem e bonita, mas ele estava perplexo, e assustado com a expressão calma dela. Será que ela só estava dormindo ou sera que estava morta? Seu olhar vagava pelas pessoas que a carregavam, mas elas não pareciam ser pessoas, não pareciam seres humanos. Eram muito altas, e estavam vestidas com roupas estranhas, mas era o rosto delas que o assustava mais. Pareciam ser algum tipo de criatura seme­lhante a um pássaro, com bicos muito longos. De repente acordou chorando e gritando de seu sonho, seu pesadelo Pulou da cama e correu para o quarto de seus pais. Somente quando viu por si mesmo que sua mãe estava viva foi que conseguiu se acalmar e voltar a dormir.