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Mitologia Grega
Temis
Em grego Θέμις (Thémis), do verbo τιθεναι (tithénai), "estabelecer como norma", donde o que é estabelecido como a regra, a lei divina, a justiça, o direito (em latim fas). por oposição a νόμος (nómos), lei humana (em latim lex ou ius) e a σίχη (díke).
Titã - 1ª Geração Divina
Justiça
Têmis é a deusa das leis eternas, da justiça emanada dos deuses. Deusa da justiça divina,
Filhos
Horas 'Eunômia, Dique, Irene' - Moiras 'Cloto, láquesis e Átropos' - Prometeu e Astreia "em algumas versões". (Zeus)
Esposo(a)
Zeus
Amantes
Pai
Urano e Geia
Mãe
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
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Têmis é a deusa das leis eternas, da justiça emanada dos deuses. Deusa da justiça divina, figura como segunda esposa de Zeus, logo após Métis. Com o pai dos deuses e dos homens, Têmis foi mãe das Horas e da Moiras personificadas. Uma variante, que se encontra apenas em Ésquilo, faz da deusa da justiça divina mãe de prometeu. Personificação da Justiça ou da Lei Eterna, é tida como conselheira de Zeus. Foi ela quem o aconselhou a cobrir com a pela de cabra amaltéia o escudo, denominado, por isso mesmo, Égide, na luta contra os Gigantes.

Atribuía-se também a ela a idéia da Guerra de Tróia, para se equilibrar a densidade demográfica da Terra. Apesar de ser uma Titânida, foi admitida entre os imortais. Era honrada não só por sua ligação com Zeus, mas ainda pelos inestimáveis serviços prestados a todos os deuses, no que se refere a oráculos, ritos e leis. O deus Apolo deve-lhe o conhecimento e os processos da mântica. Consta ainda que foi Têmis quem revelou a Zeus e a Posídon que não unissem à Nereida Tétis, porque, se isso acontecesse, esta teria um filho mais poderoso que o pai.

Na Teogonia, de Zeus e Têmis nasceram somente as Horas e as Moiras, mas uma variante bem mais recente, que se encontra, entre outros, em arato, Higino e em Ovídio, faz também de Zeus e Têmis pais da Virgem Astréia.

 

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Referência Bibliográfica

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega Vol. I. Petrópolis, Vozes, 2004.

 

 

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O fato é muito chocante. Mas é também mais um indicador, à nossa disposição, para que tomemos consciência da necessidade, urgente, de ensinamentos que objetivem o controle das emoções, as resoluções de desentendimentos de forma pacífica e, enfim, a boa convivência entre as pessoas. Os educadores, há muito preocupados com as notas baixas dos alunos em matemática e leitura, começam a constatar que existe um outro tipo de deficiência e que é mais alarmante: o analfabetismo emocional. Apesar dos louváveis esforços que visam a melhorar o desempenho acadêmico, esse novo tipo de deficiência ainda não ganhou espaço no currículo escolar. Como disse um professor do Brooklyn, a atual ênfase do ensino parece sugerir que “nos preocupamos mais com a qualidade da leitura e escrita dos alunos do que em saber se eles vão estar vivos na semana que vem”.
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Além do argumento humanitário que convoca os médicos para que dispensem, junto com o tratamento clínico, cuidados que envolvam a saúde emocional do paciente, existem outras razões convincentes o bastante para que esses profissionais considerem a realidade psicológica e social dos pacientes como pertinente à área médica, e não fora dela. Agora há argumentos científicos que demonstram, efetivamente, que há ganhos para a eficácia médica, tanto no campo preventivo como no tratamento de doenças, quando o estado emocional das pessoas é, juntamente com seu problema clínico, objeto de tratamento. Isto não é válido, evidentemente, para todo e qualquer caso. Mas a análise de dados referentes a centenas de casos revela que, cada vez mais, é clinicamente vantajosa a adoção de um padrão de assistência médica que inclua a intervenção emocional no caso de doenças graves.
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