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Na maior parte dos homens, as dificuldades são filhas da preguiça...
Samuel Johnson
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Mitologia Grega
Perseu
Em grego Περσεύς (Perseús), a respeito de cuja etimologia ainda não se chegou a um acordo. Admitindo-se, conforme ensina Carnoy, que a base do nome do herói seja a raiz bherêk, "brilhar" com a necessária dissimilação k>s, como em peristerá (pomba).
Herói -
Filhos
Perses - Alceu - Estênelo - Helio - Mestor - Eléctrion - Gorgófone
Esposo(a)
Andrômeda
Amantes
Pai
Zeus e Dânae
Mãe
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
X
Y
W
Z
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Mitologia - Mitologia Grega - Perseu
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Psicologia
20/07/2014 | 01:02h
Aprendizado emocional nas Escolas
O tema, por sua própria natureza, exige que professores e alunos se concentrem no tecido emocional da vida da criança — uma concentração decididamente ignorada em quase todas as outras salas de aula dos Estados Unidos. A estratégia aqui inclui o uso das tensões e traumas da vida das crianças como o tema do dia. Os professores falam de problemas reais — a mágoa por ser deixado de fora, inveja, desacordos que podem se transformar numa batalha no pátio de recreio. Como diz Karen Stone McCown, criadora do Currículo da Ciência do Eu e diretora da Nueva
Psicologia
19/07/2014 | 23:55h
Controle emocional aprendido desde o berço
O fato é muito chocante. Mas é também mais um indicador, à nossa disposição, para que tomemos consciência da necessidade, urgente, de ensinamentos que objetivem o controle das emoções, as resoluções de desentendimentos de forma pacífica e, enfim, a boa convivência entre as pessoas. Os educadores, há muito preocupados com as notas baixas dos alunos em matemática e leitura, começam a constatar que existe um outro tipo de deficiência e que é mais alarmante: o analfabetismo emocional. Apesar dos louváveis esforços que visam a melhorar o desempenho acadêmico, esse novo tipo de deficiência ainda não ganhou espaço no currículo escolar. Como disse um professor do Brooklyn, a atual ênfase do ensino parece sugerir que “nos preocupamos mais com a qualidade da leitura e escrita dos alunos do que em saber se eles vão estar vivos na semana que vem”.
Psicologia
17/07/2014 | 20:19h
Experiência traumática e o reaprendizado emocional
Esses momentos vívidos, aterrorizantes, dizem hoje os neurocientistas, tomam-se lembranças impressas nos circuitos emocionais. Os sintomas são na verdade sinais de uma amígdala cortical superestimulada impelindo as vívidas lembranças do momento traumático a continuar invadindo a consciência. Como tal as lembranças traumáticas tornam-se gatilhos sensíveis, prontos para soar o alarme ao menor sinal de que o momento temido está para acontecer mais uma vez. Esse fenômeno de gatilho sensível é uma marca característica de todos os tipos de trauma emocional, incluindo os repetidos maus-tratos físicos na infância. Qualquer fato traumatizante pode gravar essas lembranças disparadoras na amígdala cortical: um incêndio ou acidente de carro, uma catástrofe natural como um terremoto ou furacão, estupro ou assalto. Milhares de pessoas todo ano vivem esse tipo de tragédia e muitas ou a maioria fica com uma espécie de ferida emocional que fica marcada no cérebro.
História
17/07/2014 | 20:06h
A vida camponesa russa - Aristocratas e servos
ra o ano de 1803 quando, no final de uma tarde quente de agosto, a menina Mar­ta Wilmot chegou a Troitskoe. Enviada na esperança de que este interregno a ajuda­ria a suportar a dor provocada pela morte do seu irmão favorito, não podia estar mais ansiosa para sair da carruagem. Tinha feito uma parada em São Petersburgo, após uma longa viagem, e tinha ouvido alguns comentários desagradáveis acerca da prin­cesa Dashkova. “Foi apresentada a mim”, lembra Marta, muitos anos mais tarde, “ como a pessoa mais cruel e vingativa deste mundo” . A jovem estrangeira tinha sido avisada de que Troitskoe não passava de uma fortaleza erma, habitada por uma sinis­tra castelã capaz de chegar ao ponto de censurar a correspondência de Marta.
Psicologia
15/07/2014 | 13:45h
As influências das emoções na recuperação clínica
Além do argumento humanitário que convoca os médicos para que dispensem, junto com o tratamento clínico, cuidados que envolvam a saúde emocional do paciente, existem outras razões convincentes o bastante para que esses profissionais considerem a realidade psicológica e social dos pacientes como pertinente à área médica, e não fora dela. Agora há argumentos científicos que demonstram, efetivamente, que há ganhos para a eficácia médica, tanto no campo preventivo como no tratamento de doenças, quando o estado emocional das pessoas é, juntamente com seu problema clínico, objeto de tratamento. Isto não é válido, evidentemente, para todo e qualquer caso. Mas a análise de dados referentes a centenas de casos revela que, cada vez mais, é clinicamente vantajosa a adoção de um padrão de assistência médica que inclua a intervenção emocional no caso de doenças graves.
História
13/07/2014 | 15:24h
Primeira Guerra Mundial - Frente oriental, os russos em Varsóvia e Cárpatos
Nos primeiros meses da guerra, os exércitos da frente oriental, assim como seus congêneres da ocidental, se destacaram especialmente por sua resiliência. Após as vitórias iniciais alemãs na Prússia oriental e a retirada austro-húngara do leste da Galícia, os exércitos adversários continuaram a lutar ao longo de toda a frente; a ação mais sangrenta resultou de quatro contra ofensivas empreendidas pelas Potências Centrais, duas na direção de Varsóvia e duas na direção de Przemyśl. No primeiro ataque a Varsóvia (28 de setembro a 30 de outubro), mediram forças o 1°, o 2° e o 4° Exércitos austro-húngaros – mais o novo 9° Exército alemão (general August von Mackensen) – e o 2°, o 5° e o 9° Exércitos russos, do grupo de exércitos da “frente noroeste” (general Nikolai Ruzsky, vitorioso em Glina Lipa). A investida principal levou Mackensen a avançar 20 km Varsóvia adentro antes que os alemães fossem rechaçados em um embate que passou a ser conhecido por diferentes nomes: a Batalha do Vístula, a primeira Batalha de Varsóvia (ou por Varsóvia) ou a Batalha de Ivangorod (Deblin). A concomitante primeira tentativa de reforçar o cerco a Przemyśl – empreendida pelo 3° Exército austro-húngaro de Boroević – temporariamente retomou a cidade-fortaleza (11 de outubro a 6 de novembro), que depois seria perdida mais uma vez.
História
13/07/2014 | 15:01h
Primeira Guerra Mundial - Frente oriental, os russos em Tannenberg e Lemberg
Em função da invasão russa à Prússia oriental, a Alemanha não estava em posição de pressionar as forças austro-húngaras enquanto continuavam esperando a chegada das tropas do B-Staffel. Tivesse contado com as 13 divisões do 2° Exército na frente oriental no começo da campanha, Conrad disporia ao menos de uma superioridade numérica inicial em relação aos russos; em vez disso, em termos de número de tropas, era gritante a discrepância entre seus três exércitos e as forças russas (ainda que não tão gritante quanto a situação dos alemães na Prússia oriental). Apesar disso, Conrad, como Prittwitz, resolveu atacar os russos, manobra que os alemães incentivaram a fim de amenizar a pressão sobre a Prússia oriental enquanto Hindenburg e Ludendorff chegavam. O 1° Exército austro-húngaro rumou para o norte, o 4° Exército seguiu para o nordeste e o 3° Exército, para o leste, entrando em arco na Polônia russa e tornando sua fronteira mais ampla e mais estreita a cada dia que passava. Na Batalha de Krasnik (23 a 26 de agosto), o 1° Exército (general Viktor Dankl) flanqueou o 4° Exército russo (general Anton von Salza), forçando-o a recuar; oficiais russos aprisionados em Krasnik fizeram às tropas de Dankl o supremo elogio, afirmando que tinham atacado com uma ferocidade maior “que a dos japoneses” na Guerra Russo-Japonesa. Na esteira desse êxito, o 4° Exército (general Moritz Auffenberg) praticamente cercou o 5° Exército russo (general Pavel Plehve) na Batalha de Komarów (26 a 31 de agosto), infligindo 40% de baixas, fazendo 20 mil prisioneiros e se apoderando de cem canhões. Os últimos dias de agosto foram um período desolador para os russos.
História
13/07/2014 | 12:33h
Primeira Guerra Mundial - A Áustria invade a Sérvia
Dada a magnitude da ação se desenrolando na frente ocidental a partir dos primeiros dias de agosto e o amplo conflito na frente oriental mais para o final do mês, os Bálcãs logo se tornaram a frente esquecida da guerra. Depois que a mobilização russa de 31 de julho forçou o Império Austro-Húngaro a alterar sua disposição de tropas do Plano B (contra a Sérvia) para o Plano R (contra a Rússia), a movimentação da Monarquia Dual nos Bálcãs supostamente seria reduzida a uma ação defensiva dos três corpos de exército do Minimalgruppe Balkan, sob o comando do general Oskar Potiorek. Governador militar da Bósnia quando da eclosão da Primeira Guerra Mundial, Potiorek, assim como Franz Conrad von Hötzendorf, estava ávido por esmagar os sérvios o mais rápido possível e com a maior força disponível; de acordo com o Plano B, ele teria sido o comandante de campo da invasão da Sérvia e, compreensivelmente, sentisse privado da oportunidade. Para azar do esforço de guerra austrohúngaro como um todo, Potiorek também mantinha uma longeva rivalidade com Conrad e ressentia-se profundamente do fato de não ser chefe do Estado-Maior; em agosto de 1914, com o futuro da Monarquia Dual em geral e de Conrad em particular em xeque, Potiorek estava determinado a usar o comando dos Bálcãs, que ele tinha recebido como prêmio de consolação, para obter o máximo de vantagens a seu favor. Mesmo depois que ficou claro que os russos estavam intervindo e que a maior parte do exército teria de se mobilizar na frente oriental, ele buscou manter o maior número possível de soldados sob seu comando, em seu teatro de operações, de modo a vencer sua própria campanha contra a Sérvia.