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Portugal
Império marítimo português: o Estado da Índia
Como sistema econômico, o Estado da índia era efetivamente a articulação da «carreira da índia», a grande rota transoceânica que ligava Lisboa ao colonato português de Goa, na costa ocidental da India, e a uma série de escalas que conectavam vários lugares da Ásia a Goa e à carreira. Os Portugueses procuraram monopolizar o comércio do oceano Indico, eliminando rivais poderosos (Turcos, Mamelucos e Guzerates) e controlando o comércio a partir de uma série de feitorias e fortalezas que vieram a estender-se de Sofala (África Oriental) a Ormuz (golfo Pérsico), Cochim (índia Ocidental), Malaca (Malásia) e além-Macau (China). A alfândega da Casa das índias, em Lisboa, o vice-rei e outros agentes régios presentes nos portos e feitorias do oceano índico administravam o monopólio real sobre a pimenta, a canela e outras especiarias. Durante a primeira metade do século XVI, este sistema proporcionou lucros consideráveis à coroa. Contudo, após a penetração portuguesa original e as primeiras vitórias militares, o comércio local do oceano índico recuperou e encontrou maneiras de abastecer as antigas rotas das caravanas para o Médio Oriente. As contínuas tentativas portuguesas para estrangular este comércio concorrente fizerem disparar os custos da operação imperial e acabaram por se revelar infrutíferas. A política foi alterada. Em vez de eliminarem o comércio local, os Portugueses procuraram controlar e taxar o comércio privado através de um sistema de «cartazes» (licenças), que gerou receitas apreciáveis para o Estado da índia mas permitiu o desenvolvimento das rotas alternativas do comércio das especiarias e minou o monopólio da carreira, que continuava a ser a principal aposta da coroa.
Mitologia Romana
A mitologia dos etruscos
Os etruscos eram os habitantes aborígines do centro da Itália, e sua cultura foi o berço da civilização romana. Com frequência isto é menosprezado, pois os romanos enfatizavam sua herança latina, sua origem troiana e raízes helênicas. Depois que os romanos saquearam a cidade etrusca de Veios em 396 a.e.c., os etruscos foram incorporados à república de Roma e sua cultura tornou-se quase invisível. Os etruscos acreditavam em vários deuses. Sua tríade regente consistia em Tinia, o rei dos céus; Uni, sua esposa, deusa do cosmo; e Minerva, deusa da sabedoria e da guerra, que nascera da cabeça de Tinia. Em Roma, essa tríade se transformou nos deuses do Capitólio: Júpiter, Juno e Minerva.
Mitologia Chinesa
Mitologia chinesa, uma mitologia incomum
Na maior parte das civilizações, as tradições antigas
e freqüentemente também a literatura são mitológicas e referem-se às origens remotas ou à criação do mundo, assim como aos contos dos seres sobrenaturais. A China, à primeira vista, parece ser uma exceção. Nos Clássicos
os mais antigos livros chineses e os livros de textos da escola de Confúcio, encontramos estórias de homens,
reis e nobres, soldados e camponeses, mas não de deuses. O Livro de História,
embora, provavelmente,
em certa medida, fantasiado
não contém registros
de contos ligados à criação
e trata principalmente
das atividades humanas. O famoso
Livro das Mudanças é simbólico, mas não
tem a forma de conto e era tradicionalmente
interpretado como relatando acontecimentos verídicos.
O Livro dos Cânticos contém, na sua maior parte, canções populares, mas surgem traços mitológicos nos hinos
de rituais. Os Clássicos são categoricamente antimitológicos, refletindo os ideais confucianos dos editores.
Mitologia Chinesa
Shanhaijing, o livro chinês das bestas do mundo
Estranhos e maravilhosos monstros e dragões abundam na mitologia chinesa. Ainda restam fragmentos de um livro intitulado Shanhaijing (O Livro das Montanhas e Mares), que pode ter mais de 2 mil anos de idade essa extraordinária enciclopédia lista, criaturas estranhas e a aterrorizantes que os antigos chineses acreditavam existirem na terra. O Shanhaijing foi originalmente escrito como se o autor tivesse conhecimento direto e experiência pessoal de tais aberrações. Aqui estão algumas breves descrições dessas criaturas bizarras.
Mitologia Indiana
O Mahabharata
O Mahabharata é o segundo dos dois grandes poemas épicos indianos. Foi compilado por vários escritores anônimos, apesar de ser atribuído tanto ao sábio Vyasa quanto ao deus Ganesh. Compreende dezenas de estórias, mas seu enredo principal gira em torno da rivalidade entre duas famílias de governantes. O épico é precioso principalmente por incluir um poema chamado Bagavad Gita ('Canção do Senhor'), que contém os ensinamentos de Krishna. Quando Paudu, rei de Bharata, morreu, deixou o reino para o mais velho dos cinco filhos, Yudhisthira. Contudo, este rapaz e seus irmãos (que juntos são conhecidos como os Pandava) tinham como rivais pelo poder seus cem primos, os Kaurava, filhos de um rei cego chamado Dhritashtra. Os Kaurava eram também encarnações de demônios inimigos dos deuses.
Mitologia Indiana
O Ramayana
Um dos dois grandes épicos hindus, o Ramayana é um poema de mais de 50 mil linhas, escrito em sânscrito e compilado por volta de 200 a.e.c. Dizem que foi obra do poeta Valmiki, que reuniu muitos mitos e personagens diferentes alguns da tradição oral e outros do escritos anteriores, como os Vedas os moldou num só. O Ramayana narra a vida terrena de Rama, o sétimo avatar do deus Vishnu. Cada um dos sete livros de poemas foca um aspecto da vida de Rama, mas a história central é a de seu amor pela bela e virtuosa princesa Sita. Inclui seu rapto pelo demônio Ravana e seu resgate, quando Rama o derrota.
Mitologia Indiana
Os Avatares de Vishnu
Vishnu, o protetor, é o terceiro deus da trindade hindu. Mitos primitivos afirmam que ele participou da criação do mundo. Um conta como um lótus contendo Brahma cresce do seu umbigo; outro, como três passadas suas definiram os mundos dos homens e dos deuses. Os mitos mais famosos descrevem seus dez avatares, as formas sob as quais ele vem à Terra para protegê-la do perigo e do mal. Os avatares são formas terrenas do deus Vishnu. Em seus três primeiros avatares, ele visitou a Terra para proteger o mundo de uma série de desastres naturais. Como Matsia, o
peixe, ele avisou Manu,
o primeiro homem, do
grande dilúvio, para
que Manu pudesse construir um barco e sobreviver. Como Kurma, a tartaruga, Vishnu tomou o monte Mandara nas costas, quando os deuses agitaram o oceano para produzir o elixir da vida. Como Varana, o javali, ergueu a Terra acima da água, para que ela sobrevivesse a outra inundação. Os três avatares seguintes, Narasimha (o homem- leão), Vamana (o anão) e 1Parashurama (o brâmane), salvaram o mundo derrotando vários inimigos, inclusive demônios e guerreiros.
Mitologia Indiana
Os textos sagrados do hinduísmo
A literatura sagrada da índia tem as suas raízes no terceiro milênio antes da nossa era, época em que provavelmente foram compostos os primeiros hinos dos Vedas em louvor dos elementos da natureza: ar, água, Sol, trovão, fogo, etc., personificados pelos primeiros deuses védicos: Vayu, Varuna, Indra, Surya e Agni. A parte mais antiga do Veda, o Rig Veda, remonta a 1800-1500 a.e.c.. e a redação prossegue depois até ao século XV na nossa era, com os últimos textos sagrados, os Purana. Não existe uma narrativa linear da Criação semelhante à de Hesíodo em relação aos deuses gregos, não há uma biografia unificada e coerente dos deuses nestes textos, que são compilações de hinos, reflexões filosóficas ou conselhos de vida.
Mitologia Indiana
A mitologia indiana
O subcontinente indiano é um território vasto,
com uma enorme população onde
se verifica uma rica e colorida mistura
de culturas. São muitos os grupos étnicos diferentes que vivem lado a lado. Ao longo da história extensa e tumultuosa da índia, ela foi invadida e colonizada
em numerosas ocasiões, inicialmente
pelos Arianos, vindos do norte e mais tarde, no século IV a.e.c. por Alexandre o Grande. Seguiram-se as invasões dos muçulmanos, mais tarde os Mongóis da Ásia Central e depois a colonização pelos Britânicos, que também ajudou a moldar a face da índia moderna. Todas estas diferentes influências foram incorporadas no tecido da cultura indiana. Os primeiros escritos religiosos da índia, Rg Veda, surgiram no segundo milênio
antes da era comum e consiste essencialmente em hinos a uma série de divindades: o deus da guerra,
o do fogo e espíritos animísticos do céu, do Sol e da Lua, dos rios e das tempestades, dos animais e das árvores.
Os hinos védicos, porém, expressam um espírito de pesquisa filosófica. Depois da composição de Rg Veda surge uma parte significativa de literatura, uma coleção
de especulações filosóficas. Esta coleção de escritos, começou por volta de 700 a.e.c., chamava-se Upanishads
e continha muitos dos temas que inspiraram os fundadores do Jainismo e do Budismo e forneceu os alicerces religiosos do Hinduísmo. Ao longo dos séculos, o Hinduísmo, com
o seu panteão de deuses e deusas, foi a religião mais difundida na índia e os seus excitantes romances míticos são como que um espelho da história repleta de acontecimentos
desta religião.
Mitologia Persa
O zoroatrismo
Zoroastro foi o primeiro a conceder ao próprio homem o livre-arbítrio, a responsabilidade por seus atos e pensamentos. Também foi pioneiro ao contemplar o julgamento individual baseado na ética pessoal. Como resultado desse juízo, pode-se chegar ao paraíso ou ao inferno. Segue-se a ressurreição do corpo e, finalmente, o Julgamento Final. Esses preceitos se tornariam comuns a muitas outras religiões, como o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. O zoroastrismo é uma das mais antigas religiões monoteístas. Foi fundado na Pérsia, atual Irã, por Zaratustra, ou Zoroastro, com diziam os gregos. Essa religião influenciou - direta ou indiretamente - outras crenças religiosas, entre elas o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Em sua época áurea tornou-se religião de Estado de três grandes impérios iranianos dos séculos VI a.e.c., até VII d.e.c. Atualmente, há um pequeno número de seguidores que vivem no Irã e na índia.
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Calpulli: Matriz dos deuses tribais

Um dos aspectos mais interessantes da organização social dos astecas era o calpulli, espécie de bairro ou distrito administrativo autónomo onde se agrupavam pessoas de uma mesma etnia com o fim de cultivar glebas comunitárias de terra. Cada calpulli estava separado dos demais, havendo zonas-limite habitadas pelos chuican chaneque ("os donos dos lugares perigosos”), espécie de duendes ou semideuses dotados de poderes malignos, capazes de provocar danos ao invasor desavisado ou mal-intencionado (uma das modalidades mais comuns do malefício era a de “sequestrar” a alma (tonalli) do invasor por meio de um bom susto, escondendo-a depois nas profundezas da terra).

Xibalbá, o mundo inferior maia

O segundo livro do Popol Vuh, os textos sagrados maias, conta a história de dois deuses heróis que se aventuram no Xibalbá, para vingar o assassinato de seu pai e tio pelos deuses do Mundo Inferior, Muitas imagens de deuses maias da morte foram encontradas nos templos. Referem-se a eles como "Deus da Morte L", ou "Deus da Morte D", também conhecido como Itzamná. O Xibalbá era famoso por seu cheiro de podre e vapores sulfurosos.

Maias, os mestres da América

Estima-se que ao redor de 700 a.e.c., os primeiros maias surgiram na península de Yucatán, localizada entre a América do Norte e a América Central. Na sua fase de formação, a sociedade herdou vários elementos de outras culturas, como os olmecas, que habitavama região. Mas talvez esta data inicial esteja subestimada pela ciência contemporânea. Máscaras com dentes de serpente e um conjunto de peças de jade, achados na Guatemala em maio de 2004, podem ser os sinais que faltavam para comprovar que a civilização maia tenha começado muito antes do que se pensava: em 1500 a.e.c.

Os Meso-americanos
A Meso-américa é uma região geocultural que, atualmente, é ocupada pelo México, Guatemala, Honduras, Costa Rica, Belize e el Salvador. Pensase-se que os primeiros povos a chegar a esta região, há cerca e 35 mil anos, terão atravessado a estreita faixa de terra que atravessa o Estreito de Bering, enreo que é hoje a Rússia e o alasca, e posteriormente se tenham deslocado para o sul. Desde cerca de 2500 a.e.c. até a invasão dos espanhóis em 1519 d.e.c., a Meso-américa era o centro de várias civilizações muito desenvolvidas no que se refere à língua, à escrita, à arte, à arquitetura, à matemática, à astronomia e à agricultura. Basicamente, estas civilizações eram conhecidas como Olmeca, Maia, Tolteca e Asteca. Não havia um governo central e unificado e a região estava separada em várias cidades-estado individuais que, frequentemente, se digladiavam.
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