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França
Infância, uma evolução do despudor medieval à moral moderna
Uma das leis não escritas de nossa moral contemporânea, a mais imperiosa e a mais respeitada de todas, exige que diante das crianças os adultos se abstenham de qualquer alusão, sobretudo jocosa, a assuntos sexuais. Esse sentimento era totalmente estranho à antiga sociedade. O leitor moderno do diário em que Heroard, o médico de Henrique IV, anotava os fatos corriqueiros da vida do jovem Luís Xlll ' fica confuso diante da liberdade com que se tratavam as crianças, da grosseria das brincadeiras e da indecência dos gestos cuja publicidade não chocava ninguém e que, ao contrário, pareciam perfeitamente naturais. Nenhum outro documento poderia dar-nos uma ideia mais nítida da total ausência do sentimento moderno da infância nos últimos anos do século XVI e início do XVII.
Filosofia Clássica
Entendendo Platão, um suprassumo em 5 minutos
Platão, o mais 'nobre' dos discípulos de Sócrates, foi o seu mais fiel defensor e o que mais fez referências a ele, a tal ponto que os estudiosos chegam a ter certa dificuldade em separar as ideias e conceitos de Sócrates, que nunca escreveu nada, das ideias e conceitos do próprio Platão, que se tornou assim, a voz socrática que ecoa ao longo dos milênios. Platão nasceu em berço de ouro no V século antes da era comum mais precisamente em 428, e morreu em 347. Sua educação, como a de qualquer cidadão de família aristocrática, foi voltada ao governo e a guerra, educado nas letras clássicas e nos esportes, fato comprovado pelo seu epiteto 'Platão' que significa 'costas largas'. Platão era o filósofo atleta. Não há relatos sobre sua vida amorosa, diferentemente de Aristóteles que era conhecido por seu amor ao sexo feminino. Platão fora fortemente abalado e influenciado pelo julgamento, condenação e execução de Sócrates, fato que considerava até certo ponto como sua própria culpa.
Civilização
A descoberta da infância
Até por volta do século XII, a arte medieval desconhecia a infância ou não tentava representá-la. É difícil crer que essa ausência se devesse à incompetência ou à falta de habilidade. É mais provável que não houvesse lugar para a infância nesse mundo. Uma miniatura otoniana do século XII nos dá uma idéia impressionante da deformação que o artista impunha então aos corpos das crianças, em um sentido que nos parece muito distante de nosso sentimento e de nossa visão. O tema é a cena do Evangelho em que Jesus pede que se deixe vir a ele as criancinhas[1], sendo o texto latino claro: parvuli. Ora, o miniaturista agrupou em torno de Jesus oito verdadeiros homens, sem nenhuma das características da infância: eles foram simplesmente reproduzidos em uma escala menor. Apenas seu tamanho os distingue dos adultos. Em uma miniatura francesa do fim do século XII as três crianças que São Nicolau ressuscita estão representadas numa escala mais reduzida que os adultos, sem nenhuma diferença de expressão ou de traços. O pintor não hesitava em dar à nudez das crianças, nos raríssimos casos em que era exposta, a musculatura do adulto: assim, no livro de salmos de São Luís de Leyde[2] datado do fim do século XII ou do início do XIII, Ismael, pouco depois de seu nascimento, tem os músculos abdominais e peitorais de um homem. Embora exibisse mais sentimento ao retratar a infância, o século XIII continuou fiel a esse procedimento. Na bíblia moraliza da de São Luís, as crianças são representadas com maior freqüência, mas nem sempre são caracterizadas por algo além de seu tamanho. Num episódio da vida de Jacó, Isaque está sentado entre suas duas mulheres, cercado por uns 15 homenzinhos que batem na cintura dos adultos: são seus filhos[3]. Quando Jó é recompensado por sua fé e fica novamente rico, o iluminista evoca sua fortuna colocando Jó entre um rebanho, à esquerda, e um grupo de crianças, à direita, igualmente numerosas: imagem tradicional da fecundidade inseparável da riqueza. Numa outra ilustração do livro de Jó, as crianças aparecem escalonadas por ordem de tamanho.
Civilização
O surgimento do conceito das idades da vida
Um homem do século XVI ou XVII ficaria espantado com as exigências de identidade civil a que nós nos submetemos com naturalidade. Assim que nossas crianças começam a falar, ensinamos-lhes seu nome, o nome de seus pais e sua idade. Ficamos muito orgulhosos quando Paulinho, ao ser perguntado sobre sua idade, responde corretamente que tem dois anos e meio. De fato, sentimos que é importante que Paulinho não erre: que seria dele se esquecesse sua idade? Na savana africana a idade é ainda uma noção bastante obscura, algo não tão importante a ponto de não poder ser esquecido. Mas em nossas civilizações técnicas, como poderíamos esquecer a data exata de nosso nascimento, se a cada viagem temos de escrevê-la na ficha de polícia do hotel, se a cada candidatura, a cada requerimento, a cada formulário a ser preenchido, e Deus sabe quantos há e quantos haverá no futuro, é sempre preciso recordá-la. Paulinho dará sua idade na escola e logo se tornará Paulo N, da turma x.
Cultura
Da aprendizagem tribal nasce a Escola, e com esta, acentua-se a diferença de classes
Mesmo em algumas sociedades primitivas, quando o trabalho que produz os bens e quando o poder que reproduz a ordem são divididos e começam a gerar hierarquias sociais, também o saber comum da tribo se divide, começa a se distribuir desigualmente e pode passar a servir ao uso político de reforçar a diferença, no lugar de um saber anterior, que afirmava a comunidade. Então é o começo de quando a sociedade separa e aos poucos opõe: o que faz, o que se sabe com o que se faz e o que se faz com o que se sabe. Então é quando, entre outras categorias de especialidades sociais, aparecem as de saber e de ensinar a saber. Este é o começo do momento em 'que a educação vira o ensino, que inventa a pedagogia, reduz a aldeia à escola e transforma "todos" no educador.
Civilização
O processo de ensino-aprendizagem nas sociedades tribais
De tudo o que se discute hoje sobre a educação, algumas das questões entre as mais importantes estão escritas nesta carta de índios. Não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua única prática e o professor profissional não é o seu único praticante. Em mundos diversos a educação existe diferente: em pequenas sociedades tribais de povos caçadores, agricultores ou pastores nômades; em sociedades camponesas, em países desenvolvidos e industrializados; em mundos sociais sem classes, de classes, com este ou aquele tipo de conflito entre as suas classes; em tipos de sociedades e culturas sem Estado, com um Estado em formação ou com ele consolidado entre e sobre as pessoas. Existe a educação de cada categoria de sujeitos de um povo; ela existe em cada povo, ou entre povos que se encontram. Existe entre povos que submetem e dominam outros povos, usando a educação como um recurso a mais de sua dominância. Da família à comunidade, a educação existe difusa em todos os mundos sociais, entre as incontáveis práticas dos mistérios do aprender; primeiro, sem classes de alunos, sem livros e sem professores especialistas; mais adiante com escolas, salas, professores e métodos pedagógicos.
Psicologia Evolucionista
Quatro questões sobre o comportamento animal
De uma forma ou outra, o comportamento animal tem sido estudado por milhares de anos. O comportamento animal era importante nas eras antigas por alguns dos mesmos motivos que é importante agora. Os caçadores e pescadores mais habilidosos geralmente são aqueles que conseguem fazer previsões sobre o comportamento de sua presa. É importante saber que salmões em desova não respondem à isca do pescador, que os roedores fogem em direção ao escuro enquanto os pássaros fogem rumo à luz e que muitos animais lutarão, alguns ferozmente, quando capturados. Por razões práticas o estudo do comportamento animal ocupou a franja da consciência humana durante séculos. Mais recentemente, quando os animais foram domesticados e postos a trabalhar, se tornou necessário a aprendizagem de algumas coisas sobre eles. Cavalos poderiam ser treinados para serem montados e para puxarem carros ou ferramentas agrícolas. Cães poderiam ser treinados para rastrearem presas ou protegerem os humanos, os gatos não.
Portugal
Império marítimo português: o Estado da Índia
Como sistema econômico, o Estado da índia era efetivamente a articulação da «carreira da índia», a grande rota transoceânica que ligava Lisboa ao colonato português de Goa, na costa ocidental da India, e a uma série de escalas que conectavam vários lugares da Ásia a Goa e à carreira. Os Portugueses procuraram monopolizar o comércio do oceano Indico, eliminando rivais poderosos (Turcos, Mamelucos e Guzerates) e controlando o comércio a partir de uma série de feitorias e fortalezas que vieram a estender-se de Sofala (África Oriental) a Ormuz (golfo Pérsico), Cochim (índia Ocidental), Malaca (Malásia) e além-Macau (China). A alfândega da Casa das índias, em Lisboa, o vice-rei e outros agentes régios presentes nos portos e feitorias do oceano índico administravam o monopólio real sobre a pimenta, a canela e outras especiarias. Durante a primeira metade do século XVI, este sistema proporcionou lucros consideráveis à coroa. Contudo, após a penetração portuguesa original e as primeiras vitórias militares, o comércio local do oceano índico recuperou e encontrou maneiras de abastecer as antigas rotas das caravanas para o Médio Oriente. As contínuas tentativas portuguesas para estrangular este comércio concorrente fizerem disparar os custos da operação imperial e acabaram por se revelar infrutíferas. A política foi alterada. Em vez de eliminarem o comércio local, os Portugueses procuraram controlar e taxar o comércio privado através de um sistema de «cartazes» (licenças), que gerou receitas apreciáveis para o Estado da índia mas permitiu o desenvolvimento das rotas alternativas do comércio das especiarias e minou o monopólio da carreira, que continuava a ser a principal aposta da coroa.
Mitologia Romana
A mitologia dos etruscos
Os etruscos eram os habitantes aborígines do centro da Itália, e sua cultura foi o berço da civilização romana. Com frequência isto é menosprezado, pois os romanos enfatizavam sua herança latina, sua origem troiana e raízes helênicas. Depois que os romanos saquearam a cidade etrusca de Veios em 396 a.e.c., os etruscos foram incorporados à república de Roma e sua cultura tornou-se quase invisível. Os etruscos acreditavam em vários deuses. Sua tríade regente consistia em Tinia, o rei dos céus; Uni, sua esposa, deusa do cosmo; e Minerva, deusa da sabedoria e da guerra, que nascera da cabeça de Tinia. Em Roma, essa tríade se transformou nos deuses do Capitólio: Júpiter, Juno e Minerva.
Mitologia Chinesa
Mitologia chinesa, uma mitologia incomum
Na maior parte das civilizações, as tradições antigas
e freqüentemente também a literatura são mitológicas e referem-se às origens remotas ou à criação do mundo, assim como aos contos dos seres sobrenaturais. A China, à primeira vista, parece ser uma exceção. Nos Clássicos
os mais antigos livros chineses e os livros de textos da escola de Confúcio, encontramos estórias de homens,
reis e nobres, soldados e camponeses, mas não de deuses. O Livro de História,
embora, provavelmente,
em certa medida, fantasiado
não contém registros
de contos ligados à criação
e trata principalmente
das atividades humanas. O famoso
Livro das Mudanças é simbólico, mas não
tem a forma de conto e era tradicionalmente
interpretado como relatando acontecimentos verídicos.
O Livro dos Cânticos contém, na sua maior parte, canções populares, mas surgem traços mitológicos nos hinos
de rituais. Os Clássicos são categoricamente antimitológicos, refletindo os ideais confucianos dos editores.
Textos
Mais TEXTOS
Calpulli: Matriz dos deuses tribais

Um dos aspectos mais interessantes da organização social dos astecas era o calpulli, espécie de bairro ou distrito administrativo autónomo onde se agrupavam pessoas de uma mesma etnia com o fim de cultivar glebas comunitárias de terra. Cada calpulli estava separado dos demais, havendo zonas-limite habitadas pelos chuican chaneque ("os donos dos lugares perigosos”), espécie de duendes ou semideuses dotados de poderes malignos, capazes de provocar danos ao invasor desavisado ou mal-intencionado (uma das modalidades mais comuns do malefício era a de “sequestrar” a alma (tonalli) do invasor por meio de um bom susto, escondendo-a depois nas profundezas da terra).

Xibalbá, o mundo inferior maia

O segundo livro do Popol Vuh, os textos sagrados maias, conta a história de dois deuses heróis que se aventuram no Xibalbá, para vingar o assassinato de seu pai e tio pelos deuses do Mundo Inferior, Muitas imagens de deuses maias da morte foram encontradas nos templos. Referem-se a eles como "Deus da Morte L", ou "Deus da Morte D", também conhecido como Itzamná. O Xibalbá era famoso por seu cheiro de podre e vapores sulfurosos.

Maias, os mestres da América

Estima-se que ao redor de 700 a.e.c., os primeiros maias surgiram na península de Yucatán, localizada entre a América do Norte e a América Central. Na sua fase de formação, a sociedade herdou vários elementos de outras culturas, como os olmecas, que habitavama região. Mas talvez esta data inicial esteja subestimada pela ciência contemporânea. Máscaras com dentes de serpente e um conjunto de peças de jade, achados na Guatemala em maio de 2004, podem ser os sinais que faltavam para comprovar que a civilização maia tenha começado muito antes do que se pensava: em 1500 a.e.c.

Os Meso-americanos
A Meso-américa é uma região geocultural que, atualmente, é ocupada pelo México, Guatemala, Honduras, Costa Rica, Belize e el Salvador. Pensase-se que os primeiros povos a chegar a esta região, há cerca e 35 mil anos, terão atravessado a estreita faixa de terra que atravessa o Estreito de Bering, enreo que é hoje a Rússia e o alasca, e posteriormente se tenham deslocado para o sul. Desde cerca de 2500 a.e.c. até a invasão dos espanhóis em 1519 d.e.c., a Meso-américa era o centro de várias civilizações muito desenvolvidas no que se refere à língua, à escrita, à arte, à arquitetura, à matemática, à astronomia e à agricultura. Basicamente, estas civilizações eram conhecidas como Olmeca, Maia, Tolteca e Asteca. Não havia um governo central e unificado e a região estava separada em várias cidades-estado individuais que, frequentemente, se digladiavam.
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Mitologia
  • Mito, rito e religião

    Mito - Consoante Mircea Eliade, é o relato de uma história verdadeira, ocorrida nos tempos dos princípios, Illo Tempore, quando com a interferência de entes sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o cosmo é tão somente um fragmento, um monte, uma pedra uma ilha, uma espécie animal ou vegetal, um comportamento humano. Mito é pois

História
  • Esparta e a Liga do Peloponeso

    Os Espartanos tinham a organização social mais antiga, que datava do século VI a.e.c. No território da Lacônia, mantinham sob seu comando dois povos distintos: os hilotas, que ficavam entre e a servidão e a escravidão, aravam a terra e fomeciam alimentos aos espartanos; e os periecos, homens livres, mas submetidos ao controle dos espartanos, que fabricavam e com

História
  • Atletismo romano

    Os jogos romanos, na sua essência, são atos religiosos. Representam um ritual necessário para manter as desejadas boas relações entre a cidade e os deuses: este caráter primitivo nunca será esquecido e, já muito tarde, ainda era uso assistir em cabelo aos combates do anfiteatro ou as corridas do circo, como se assistia aos sacrifícios